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Revelação
Bento XVI acobertou casos de pedofilia na Alemanha, diz relatório
Acusações são da época em que ele foi arcebispo de Munique e Freising; o papa emérito nega qualquer alegação
Redação, com g1
20/01/2022 | 14:39

O papa emérito Bento XVI teria acobertado casos de pedofilia na Alemanha, segundo um relatório independente. As informações são do portal g1.

Publicadas nesta quinta-feira (20), as acusações contra pontífice são de que ele não teria agido para impedir que um padre abusasse de quatro meninos na época em que foi arcebispo de Munique e Freising, entre 1977 e 1982.

A maioria dos casos aconteceram com meninos.

“Ele havia sido informado sobre o que aconteceu. Acreditamos que ele pode ser acusado por má-conduta desses quatro casos”, disse o advogado Martin Pusch, um dos responsáveis pela investigação, em entrevista coletiva em Munique. “Os abusadores continuaram com suas atividades pastorais.”

O papa emérito nega qualquer alegação de que tivesse conhecimento sobre os abusos.

“Ele [Bento] alega que não tinha conhecimento dos fatos, mas nós acreditamos que não é bem assim, de acordo com o que descobrimos”, afirmou o advogado.

No geral, o relatório denuncia o acobertamento sistemático de casos de violência contra menores entre 1945 e 2019 com o objetivo, segundo eles, de “proteger a instituição da Igreja”.

Bento XVI tem 94 anos e abandonou o cargo de papa em 2013.

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