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Opinião
Avaliação de Lula se mantém estável, diz pesquisa MDA; leia opinião de Agora RN
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Redação
24/01/2024 | 07:20

Pesquisa do instituto MDA encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) mostra que 42,7% avaliam o governo do presidente Lula (PT) como ótimo ou bom, enquanto 27,9%, como ruim ou péssimo. A avaliação positiva se manteve estável em relação à rodada anterior, de setembro do ano passado. Naquele mês, 40,6% consideravam o governo ótimo ou bom. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. A avaliação negativa também se manteve estável. Em setembro de 2023, 27,2% consideravam o governo federal ruim ou péssimo.

Os índices são melhores do que o do governo antecessor, de Jair Bolsonaro (PL), no mesmo período. Em janeiro de 2020, segundo ano do mandato anterior, 35% consideravam o governo ótimo ou bom, e 31%, como ruim ou péssimo.

O Governo Federal é melhor avaliado entre mulheres (44% de ótimo e bom); pessoas com 60 anos ou mais (47%); que ganham até 2 salários mínimos (51%); que estudaram até o ensino fundamental (57%); moradores da região nordeste (61%) e católicos (49%).

A avaliação negativa é maior entre homens (31% de ruim ou péssimo); pessoas com 25 a 34 anos (32%); quem ganha mais de 5 salários mínimos (39%); quem fez ensino superior (37%); moradores da região sul (35%) e evangélicos (36%).

A pesquisa entrevistou 2.002 pessoas presencialmente entre os dias 18 e 21 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança, de 95%.

ORÇAMENTO

O veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a R$ 5,6 bilhões em emendas de comissão no Orçamento de 2024 atinge, principalmente, os ministérios das Cidades (R$ 1,8 bilhão), Integração e Desenvolvimento Regional (R$ 1,7 bilhão) e Turismo (R$ 950,3 milhões). Juntas, essas três pastas concentram 80% dos valores cortados, segundo levantamento da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados.

SEM INFILTRADOS

O blogueiro Allan dos Santos, foragido da Justiça brasileira desde 2021, negou a versão disseminada por bolsonaristas de que o 8 de Janeiro foi causado pela ação de infiltrados de esquerda na manifestação golpista. “Não tinha”, respondeu o aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), categoricamente, sobre a existência de “infiltrados” nos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília. “Quem estava envolvido naquele quebra-quebra, de modo intencional, era a gente”, afirmou Allan dos Santos em 12 de janeiro ao programa “Os Fellas Cast”, transmitido no YouTube.

MUDANÇA EM NÍSIA

Pai do atual prefeito Daniel Marinho, o presidente do PSDB de Nísia Floresta, Ricardo Marinho, confirmou ontem a pré-candidatura do vereador Zé Nilton à prefeitura da cidade. Com isso, Renato Marinho, sobrinho de Ricardo, e que era o nome do grupo da situação até então, abre mão de sua pré-candidatura em nome da união do grupo, mantendo Valéria Mesquita pré-candidata a vice-prefeita na chapa que conta com o apoio do prefeito Daniel Marinho. A informação foi divulgada em primeira mão pelo jornalista Rudimar Ramon, em seu blog.

LÁ E CÁ

Zé Nilton, agora candidato da situação, estava prestes a romper com a família Marinho. Ontem à tarde, inclusive, era esperado o anúncio de que o vereador seria candidato a vice-prefeito na chapa de Alexandre Dantas. De última hora, porém, ele se acertou com os Marinho e será o candidato do grupo governista.

EGO DE LADO

Em nova fase na política após amargar o 3º lugar na disputa para o Governo do Estado, o senador Styvenson Valentim (Podemos) parece disposto realmente a abandonar o bloco do “eu sozinho”. Ontem, durante o lançamento da pré-candidatura de Paulinho Freire (UB) a prefeito de Natal, Styvenson disse que mudou. “Aprendi que na política precisamos deixar o ego de lado”, disse.

ASPAS

“Não se faz política só. Natal terá uma grande oportunidade com o nome de Paulinho Freire. Essa ligação com Brasília vai ajudar muito e ele tem essa característica de agregar”, ressaltou. O senador destacou que existem problemas estruturais na cidade e projetos que precisam de recursos. “Quem pode dar esse seguimento é Paulinho”, explicou.

CUSTO

O custo do sistema político-partidário brasileiro será de R$ 65 bilhões em 2024, ou seja, um crescimento de 22% em relação ao ano de 2023. O valor de R$ 65 bilhões é uma soma dos orçamentos da Câmara e do Senado, além do Fundo Partidário, do Fundo Eleitoral e das emendas parlamentares.

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