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Declaração
Após ser exonerado por Bolsonaro, ex-ministro do Turismo reafirma ‘lealdade’ ao presidente
Na plataforma, Álvaro Antônio publicou uma foto na qual aparece ao lado de Jair Bolsonaro. “Reafirmo meu compromisso de seguir trabalhando com ética, respeito e lealdade ao presidente @jairbolsonaro e ao meu amado Brasil!”, afirmou
Estadão
10/12/2020 | 09:26

Depois de ser exonerado do cargo de ministro do Turismo pelo presidente Jair Bolsonaro, Marcelo Álvaro Antônio fez agradecimentos públicos ao presidente. Nas redes sociais, o agora ex-ministro chamou Bolsonaro de “amigo e irmão” e reafirmou sua “lealdade” ao mandatário. Sua exoneração do cargo foi publicada na madrugada desta quinta-feira, 10, no Diário Oficial da União.

“Encerro hoje a minha passagem pelo @MTurismo e a única coisa que posso dizer é MUITO OBRIGADO. Agradecer primeiramente a Deus; ao meu amigo e irmão, presidente @jairbolsonaro, pela oportunidade de integrar o melhor governo da história do #Brasil, servidores, Ministros…”, escreveu o ex-ministro no Twitter.

Na plataforma, Álvaro Antônio publicou uma foto na qual aparece ao lado de Jair Bolsonaro. “Reafirmo meu compromisso de seguir trabalhando com ética, respeito e lealdade ao presidente @jairbolsonaro e ao meu amado Brasil!”, afirmou.

Conforme mostrou o Estadão, a troca na pasta do Turismo ocorreu após Antônio ter exposto, em um grupo de mensagens, as articulações do governo para influenciar a sucessão do atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O agora ex-ministro disse que o general Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, ofereceu a pasta do Turismo ao Centrão em troca de apoio ao candidato do Planalto. Em um grupo de WhatsApp formado por ministros, ele escreveu: “Não me admira o Sr Ministro Ramos ir ao PR (presidente) pedir minha cabeça, a entrega do Ministério do Turismo ao Centrão para obter êxito na eleição da Câmara dos Deputados”.

Ao demitir Álvaro Antônio, o presidente o repreendeu por ter exposto divergências em um grupo de WhatsApp e disse que as diferenças deveriam ser resolvidas pessoalmente, não em público.

Bolsonaro escolheu para a vaga o presidente da Embratur, Gilson Machado, seu amigo pessoal. Com isso, o mandatário facilita uma futura troca para acomodar o Centrão em busca de votos pelo comando da Câmara. O Ministério do Turismo é bastante cobiçado pelo grupo que se aproximou do governo em troca de cargos.

Machado é conhecido por acompanhar o presidente em viagens pelo Brasil e por ser figura constante nas “lives” presidenciais, em que costuma tocar sanfona.

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