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Reforma
Alberto Maranhão, fechado desde 2015, segue em obras
Segundo o governo estadual, as obras de restauro e recuperação do TAM seguem em ritmo acelerado e já ultrapassaram 50% de execução. Previsão é que, até o fim do ano, o processo seja concluído. Investimento do governo é de R$ 9,6 milhões em obras e equipamentos
Redação
17/08/2020 | 06:28

O Governo do Rio Grande do Norte publicou neste fim de semana o edital para a licitação da caixa cênica do Teatro Alberto Maranhão. O equipamento é fundamental para o funcionamento do teatro, mas não havia sido incluído no projeto da obra de restauração elaborado pela gestão anterior. O valor da obra da caixa cênica está estimado em R$ 2,38 milhões. Os serviços devem ser realizados em cinco meses.

“Sabemos da importância que o Teatro Alberto Maranhão tem para a cultura e história do povo potiguar. Cientes da necessidade da reforma
da caixa cênica para o adequado funcionamento da casa, unimos esforços
para conseguir recursos e autorizar a obra”, destacou a governadora do Estado, Fátima Bezerra.

A atual gestão estadual encontrou 50% das obras do TAM executadas e
uma série de entraves que dificultavam o andamento do cronograma. O
projeto anterior continha, segundo o governo, erros técnicos que exigiram
adequações. Um exemplo disso é a não inclusão da reforma da caixa cênica
do teatro. A atual gestão autorizou e o projeto foi desenvolvido por dois especialistas. Os subprojetos de iluminação cênica, sonorização, vestimenta e mecânica cênica foram orçados e aprovados pelo Iphan. A última etapa – de definição dos recursos – foi cumprida e o edital pode finalmente ser publicado.

O secretário de Gestão de Projetos e Metas e coordenador do Governo Cidadão, responsável pela obra, Fernando Mineiro, lembrou que a caixa cênica e peça essencial para o bom funcionamento do teatro.

“É nela que acontecerão as apresentações de teatro, dança, ópera e música. O projeto original não previa sua reforma, mas sabemos que, depois das obras de restauro, o teatro não poderia funcionar sem a reforma da caixa cênica”, pontuou.

Para o presidente da Fundação José Augusto, Crispiniano Neto, responsável pela gestão do Teatro Alberto Maranhão, a licitação da caixa cênica era o último grande passo que faltava para a reabertura da casa.

OBRAS

Segundo o governo estadual, as obras de restauro e recuperação do
TAM seguem em ritmo acelerado e já ultrapassaram 50% de execução. A previsão é que, até o fim do ano, o processo seja concluído. O investimento do Governo do Estado é de R$ 9,6 milhões em obras e equipamentos, com recursos do Banco Mundial. Esta é uma das maiores e mais amplas reformas feitas no teatro desde a inauguração, em março de 1904.

O restauro capitaneado pelo Governo por meio do projeto Governo Cidadão
e Secretaria de Turismo pela primeira vez conta com a fiscalização do Instituto do Patrimônio Artístico Nacional (Iphan), que recebe apoio dos setores de engenharia da Setur e Governo Cidadão. A Fundação José Augusto também atua na fiscalização. Com problemas estruturais, o teatro está fechado desde julho de 2015.

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