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Meio ambiente
Ação vai conscientizar população sobre extração de árvores exóticas do Parque da Cidade, em Natal
Trabalho acontece durante toda a manhã do sábado 31, com abordagem, entrega de material educativo aos visitantes e moradores do entorno do pórtico de Cidade Nova
Redação
28/07/2021 | 13:06

O Setor de Educação Ambiental e Biblioteconomia (Seab) da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) realizará no próximo sábado 31, uma ação de conscientização à população sobre a extração de árvores exóticas na área do Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte. O trabalho acontece durante toda a manhã, a partir das 8h30, com abordagem, entrega de material educativo aos visitantes e moradores do entorno do pórtico de Cidade Nova, na zona Oeste.

A remoção ainda não tem data para acontecer, mas será executada pela secretaria de Serviços Urbanos (Semsur), que irá disponibilizar as máquinas e equipe. Segundo o Chefe do SEA, Daniel Henrique de Souza, a extração será de espécies exóticas invasoras, que causam riscos à flora da unidade de conservação. E para isso, é preciso previamente sensibilizar a população sobre os impactos negativos e o porquê da necessidade da retirada.

Serão três frentes de atuação dos agentes ambientais, a primeira delas com a fixação de cartazes educativos, a segunda com orientações aos visitantes que estejam transitando pelo Parque da Cidade e a terceira com intervenções porta a porta aos moradores do entorno da unidade de conservação da entrada do bairro de Cidade Nova. O trabalho será feito pela equipe de Educação Ambiental do Parque composta por tecnólogos ambientais, historiadores, geógrafos, arte educador, pedagogo e assistentes sociais.

“Sendo assim, o ato terá a mesma pegada do “Dia D” com um grande mobilização de conscientização para alertar à população sobre as Leucenas, que é uma espécie invasora no Parque da Cidade”, diz o chefe da educação ambiental da Semurb.

As espécies exóticas são plantas que estão fora da sua área de distribuição natural, ou seja, não são nativas ou naturais de um determinado ambiente. E que quando se tornam dominantes e, assim que completam sua adaptação, os impactos negativos causados por elas se agravam. “Sua invasão prejudica solos, pastagens e causa degradação de florestas”, emenda.

Ele relata que um exemplo de planta exótica encontrada na área do Parque da Cidade é a Leucena. “Existente em alguns pontos da vegetação da unidade, a planta é considerada uma praga e sua presença traz riscos à biodiversidade local. Estando enquadrada como uma ameaça para a mata nativa do Parque, pois competem por espaço, chegando inclusive a matar a flora natural desse bioma”, revela.

“A espécie exótica ainda causa o impacto visual, além de riscos às demais espécies nativas em todo o território do Parque. Por isso, estamos realizando uma série de ações desde o início de julho, dando intervenções, palestras e conversas aos visitantes do parque sobre a necessidade da extração e o risco à flora que a Leucena causa”, finaliza o chefe do SEA.

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