A pré-candidata ao Senado pelo PT, Samanda Alves, afirmou que governos anteriores ligados à direita deixaram o Rio Grande do Norte em situação crítica e que a atual gestão estadual promoveu uma recuperação estrutural. Em entrevista ao programa Cenário Político, da TCM, ela declarou que “a direita colocou o Rio Grande do Norte no buraco” e atribuiu à governadora Fátima Bezerra (PT) a retomada de serviços e investimentos no Estado.
Ao sustentar a crítica, Samanda vinculou o cenário anterior à falta de estrutura em áreas essenciais, especialmente na saúde. “Mossoró, até o início do governo de Fátima, tinha nove leitos de UTI. Hoje são mais de cinquenta”, afirmou. A pré-candidata ampliou o argumento ao citar outras cidades. “Em Assu, que não tinha leito de UTI. Em Apodi, que não tinha leito de UTI”, disse, apontando a expansão da rede hospitalar como evidência de mudança.

A pré-candidata também mencionou obras e serviços implantados durante a atual gestão. “Foi inaugurada a semana passada uma barreira ortopédica”, afirmou, ao destacar ações voltadas a pequenas cirurgias que, segundo ela, contribuem para reduzir a pressão sobre hospitais regionais. Sobre o Hospital da Mulher, em Mossoró, disse que a obra estava paralisada antes de ser retomada. “Quando Fátima entrou no governo, estava lá a obra parada. Ela não só deu continuidade como inaugurou.”
Na área da segurança pública, Samanda afirmou que houve modernização da estrutura e ampliação do efetivo. “Hoje você não vê mais um policial empurrando o carro porque faltou gasolina”, disse. Segundo ela, a frota foi renovada e houve expansão institucional. “Apenas cinco cidades do Rio Grande do Norte tinham Corpo de Bombeiros. São 13 hoje.” Também citou concursos para Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros como parte desse processo.
Samanda atribuiu a avaliação negativa do governo a fatores externos. “Falta conhecimento e também uma ação orquestrada de desinformações, de fake news”, afirmou. Segundo ela, a redução recente na rejeição da governadora indica mudança de cenário. “A rejeição ao nome dela caiu sete pontos”, disse, ao relacionar o dado ao fato de Fátima ter deixado a disputa eleitoral.

