BUSCAR
BUSCAR
Secretário de Previdência
“Queridinho” de Bolsonaro, Rogério Marinho é cotado para virar ministro
Filiado ao PSDB, Rogério Marinho foi deputado federal pelo Rio Grande do Norte entre 2007 e 2012, na primeira vez, e entre 2015 e 2018, no segundo momento
Redação
10/06/2019 | 10:48

O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, o potiguar Rogério Marinho, é cotado para assumir uma vaga de ministro no governo Jair Bolsonaro. Ex-deputado federal pelo Rio Grande do Norte, Marinho estaria “em alta” com o presidente da República, segundo a coluna Radar, da revista Veja.

Uma nota publicada na edição da Veja que começou a circular no final de semana aponta que o potiguar é o “queridinho” de Bolsonaro. “Rogério Marinho está em alta com Jair Bolsonaro. Quando a reforma da Previdência for aprovada, o capitão quer encontrar uma vaga de ministro para o secretário”, diz o texto.

Filiado ao PSDB, Rogério Marinho foi deputado federal pelo Rio Grande do Norte entre 2007 e 2012, na primeira vez, e entre 2015 e 2018, no segundo momento. Foram três mandatos na Câmara – dois para os quais foi eleito (em 2006 e em 2014) e outro assumido em 2011 após licença do titular.

Na legislatura passada, durante o governo do ex-presidente Michel Temer, o potiguar foi relator na Câmara da reforma trabalhista. A pauta polêmica lhe causou desgaste político, o que atrapalhou sua reeleição. Nas eleições 2018, obteve apenas 59,9 mil votos e, por isso, não conseguiu conquistar novo mandato. Atualmente, ele é 2º suplente.

Com a não reeleição para deputado, Rogério foi chamado para liderar a proposta de reforma da Previdência no atual governo. O potiguar foi um dos principais elaboradores da proposta de emenda à Constituição enviada para o Congresso. A proposta tramita na Câmara e deve ter o relatório votado na Comissão Especial até julho.

A reforma da Previdência defendida por Rogério Marinho altera diversas regras de aposentadoria no País e prevê uma economia para os cofres públicos superior a R$ 1 trilhão em dez anos.

Entre outras mudanças, o texto estabelece uma idade mínima para obtenção do benefício – 65 anos para homens e 62 para mulheres – e propõe a adoção de um regime de capitalização para a Previdência. Outras medidas, como alterações no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e na aposentadoria rural, são criticados pela oposição e devem ser retirados da proposta ainda na Câmara.

Na última sexta-feira, 7, o potiguar voltou a defender a proposta do governo. “A decisão de investir e de empreender vai se dar em cima da segurança de que o governo vai ter capacidade de honrar compromissos. A Nova Previdência (slogan adotado pelo governo) é a base para o crescimento econômico”, escreveu, pelo Twitter.

Av. Hermes da Fonseca, N° 384 - Petrópolis, Natal/RN - CEP: 59020-000
Redação: (84) 3027-1690
[email protected]
Copyright Grupo Agora RN. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização prévia.