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Insatisfação
“Povo não pode ser cúmplice do ‘espoliador da República’ “, diz Fernando Mineiro
Deputado citou denúncia do presidente Michel Temer (PMDB) pelo crime de corrupção passiva por parte do procurador-geral da República, Rodrigo Janot
Redação
27/06/2017 | 13:52

Citando a denúncia do presidente Michel Temer (PMDB) pelo crime de corrupção passiva por parte do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o deputado Fernando Mineiro (PT) fez pronunciamento na sessão plenária desta terça-feira 27 e convocou a população a sair às ruas no próximo ato de protesto. Mineiro afirmou que os brasileiros não podem ser indiferentes ao momento atual e opinou que os representantes do povo não podem ser cúmplices do “caos” que se instalou no país.

“Não podemos ser cúmplices com a indiferença da sociedade e o descalabro que se instalou no Brasil com a saída de uma presidente honesta. Pela primeira vez temos no Brasil um presidente denunciado por esse tipo de crime, induzido por grande parte da mídia e pela sociedade que apoia esse setor golpista”, afirmou o parlamentar.

Mineiro questionou sobre qual a maior gravidade: “as pedaladas fiscais” que levaram a presidente Dilma Rousseff a sofrer impeachment ou os crimes pelos quais o presidente Temer está sendo acusado. O deputado também orientou os potiguares a cobrarem posicionamento dos representantes do RN no Senado e Câmara, caso haja votação pela perda do mandato de Temer.

“Eu sugiro aqui que todos leiam as 64 páginas onde constam as ações, denúncias, provas e crimes cometidos pelo ‘espoliador da República’ de março de 2016 até abril deste ano. Onde estão aqueles que diziam que ao tirar Dilma a corrupção seria varrida do Brasil e o desenvolvimento retornaria, fraudando a vontade do povo”? questionou o deputado.

Mineiro afirmou que sentiu vergonha alheia na recente viagem internacional do presidente e que ao contrário, o ex-presidente Lula era muito bem tratado pelos chefes de Estado nas missões institucionais. Afirmou que uma presidente honesta foi substituída por uma “quadrilha”: “Só existe um caminho para o Brasil retomar a sua credibilidade, a economia e voltar o processo iniciado com a transferência de renda e de justiça social”, concluiu.

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