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Suspeito de corrupção
Justiça mineira bloqueia bens de ex-presidente da Câmara de Belo Horizonte
Em ação de improbidade administrativa, o MP de Minas Gerais denuncia a participação de Wellington Magalhães em fraudes contra a administração pública, entre 2011 e 2016
Agência Brasil
26/05/2018 | 08:03

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) determinou hoje (25) a imediata indisponibilidade de todos os bens móveis e imóveis do ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Wellington Magalhães (PTN). Também estão bloqueados os recursos em contas bancárias que se encontram em nome do vereador, de sua esposa Kelly Magalhães e de Daniel Figueiredo Borja, apontado como suspeito de ter atuado como laranja em esquemas de corrupção.

Em ação civil de improbidade administrativa, o Ministério Público (MP) de Minas Gerais denuncia a participação de Wellington Magalhães em fraudes contra a administração pública, entre 2011 e 2016. Ele estaria envolvido em direcionamento de licitações e no recebimento de propinas. É acusado dos crimes de corrupção, enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações e na contratação de serviços de publicidade do legislativo da capital mineira.

Conforme a acusação, a aquisição de bens móveis e imóveis em valores desproporcionais à renda são evidências da evolução irregular do patrimônio e da renda do vereador como agente público. O MP também alega ter provas da prática de crime de falsidade ideológica, que teriam como objetivo a ocultação e a dissimulação do patrimônio de Wellington Magalhães e de sua esposa Kelly Magalhães.

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