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Crítica
Girão diz que entrevista de Lula é “muita cara de pau” e torce por novas condenações
Pelo Twitter, o deputado potiguar classificou as falas de Lula como “muita cara de pau”. “Poucos ainda acreditam nesse discurso', escreveu o general da reserva
Redação
27/04/2019 | 10:05

O deputado federal Girão Monteiro, do PSL do Rio Grande do Norte, criticou a entrevista que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu nesta sexta-feira, 26, aos jornais Folha de São Paulo e El País. Para o general da reserva, a entrevista demonstrou que “acabou o ilusionismo que ele [ex-presidente] praticava”.

Em mais de duas horas de conversa com os jornalistas Mônica Bergamo e Florestan Fernandes na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR), onde cumpre pena por condenação na Operação Lava Jato, Lula reafirmou sua inocência, se emocionou ao falar da morte do neto de 7 anos e desaprovou o governo do presidente Jair Bolsonaro.

Pelo Twitter, o deputado potiguar classificou as falas de Lula como “muita cara de pau”. “Poucos ainda acreditam nesse discurso. Que venham rápido as próximas condenações. Vida longa, mas na cadeia”, escreveu Girão.

Lula cumpre pena desde abril de 2018 por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá. Ele é acusado de receber um apartamento da construtora OAS como pagamento por supostos atos praticados na Presidência em favor da empreiteira.

Inicialmente, o ex-presidente foi sentenciado a 9 anos e meio de prisão pelo então juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba. A pena foi confirmada na segunda instância – o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que amplicou a pena para 12 anos e 1 mês. Nesta semana, contudo, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) reduziu a sentença do ex-presidente para 8 anos e 10 meses de prisão – o que pode abrir a oportunidade para que Lula peça progressão para o regime semiaberto em setembro.

Além do caso do tríplex, o ex-presidente Lula responde ainda a sete outros processos. Em um deles, o do caso do sítio de Atibaia (SP), a primeira instância já proferiu sentença: 12 anos e 11 meses de prisão. O tempo não passou a contar na pena, contudo, porque ainda resta julgamento de recurso na segunda instância.

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