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Crítica
Geraldo Melo afirma que Brasil vive “guerra civil” por causa da violência
Ex-governador recordou do jovem que assassinou a policial militar catarinense Caroline Pletsch, que passava férias em Natal e foi morta com um tiro na cabeça há quase dois anos
Redação
08/03/2019 | 10:51

O ex-governador e ex-senador Geraldo Melo voltou a defender que menores infratores reincidentes nos crimes sejam presos antes de completar 18 anos. Para ele, o problema é grave e, se uma atitude não for tomada o quanto antes, muita gente poderá perder a vida. Ele recordou do jovem que assassinou a policial militar catarinense Caroline Pletsch, que passava férias em Natal e foi morta com um tiro na cabeça há quase dois anos. O mesmo jovem, que fugiu da internação provisória, se envolveu na morte do filho do deputado federal Benes Leocádio (PRB) durante um sequestro em 2018.

Durante entrevista ao programa “A Hora é Agora – Primando pela Verdade”, apresentado por Renato Dantas, com as participações dos jornalistas Joaquim Pinheiro e Jalmir Oliveira, na rádio Agora FM (97,9), Geraldo Melo destacou que, infelizmente, há muitos casos semelhantes pelo Brasil. “Houve uma mudança na idade penal na Câmara dos Deputados, mas ainda falta votar no Senado. Está tudo parado e providências precisam ser tomadas”.

Na avaliação do ex-governador, as pessoas que não querem mexer nesta lei são as mesmas que defendem a “ideologia de gênero” nas escolas. “Hoje falta dinheiro para hospital, mas para proteger esses delinquentes não pode faltar. As guerras entre países não existem mais. Muitas nações vivem guerras civis, e o Brasil é um deles com a questão da violência”, emendou Geraldo Melo.

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