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Mudanças
Fátima Bezerra não descarta corte de secretarias: “Vamos fazer economia de guerra”
o ser questionada sobre os nomes que podem compor sua equipe de transição e de secretariado, a governadora eleita evitou citar nomes e disse que não lhe faltam “quadros preparados'
Redação
30/10/2018 | 12:53

A governadora eleita Fátima Bezerra (PT) não descartou a possibilidade de reduzir o número de secretarias. A petista disse que, para tomar esta decisão, vai esperar pelo diagnóstico atualizado que será produzido por sua equipe de transição. A partir da realidade que for apresentada, definirá as primeiras atitudes voltadas para o corte de gastos.

“Vamos fazer uma economia de guerra, para fazer o que para nós é sagrado, que é devolver a dignidade dos servidores públicos do Estado, que ele tenha a certeza que receberá o seu pagamento no final do mês”, disse Fátima Bezerra em entrevista concedida ao programa RN Acontece, da Band Natal.

A futura governadora enfatizou que vai trabalhar para recolocar as contas públicas do Estado em ordem. “Não podemos deixar que esse déficit continue”. Segundo Fátima, é preciso buscar “a expansão das receitas e, ao mesmo tempo, conter as despesas”. “Todo o nosso esforço será para fazer a receita crescer sem aumento de impostos. A recuperação da dívida ativa. O alongamento da dívida que o RN tem junto à Caixa, para que os juros e amortizações que pagamos todo ano possa diminuir. A repactuação com os demais poderes. Não podemos tratar apenas da sobra de caixa”, disse.

Ainda de acordo com Fátima, o “RN tem pressa”. “Todos sabem o momento difícil que vive o RN, a grave crise em que se encontra. Por isso precisamos iniciar o processo de transição o mais urgente possível”, frisou.

Ao ser questionada sobre os nomes que podem compor sua equipe de transição e de secretariado, a governadora eleita evitou citar nomes e disse que não lhe faltam “quadros preparados, pessoas com respeitabilidade junto a sociedade do RN”.

Fátima diz que não tem compromisso com reeleição de Ezequiel para presidência da AL

O segundo turno da disputa pelo governo do RN contou com um ingrediente incomum: a união do presidente estadual do PSDB, Ezequiel Ferreira de Souza, com a então candidata do PT. A governadora eleita foi questionada se o acordo firmado para o recebimento desse apoio seria com a reeleição do líder tucano para a presidência da Assembleia Legislativa. E negou.

“Não há [compromisso] de maneira nenhuma. Compete aos deputados decidir a presidência da AL. A AL é soberana, assim como os demais poderes. Essa decisão cabe a AL. O que posso dizer é que eu não tenho dúvida que terei facilidade para dialogar com a AL, porque conheço aquela casa, fui deputada 8 anos e essa minha passagem pelo Legislativo me ensinou muitas coisas”, disse Fátima.

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