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Operação Comendador
MP apura supostos crimes de peculato e fraude em licitação na Câmara de Itajá
Ex-presidente da Casa, o vereador Carlos Marcondes Matias Lopes, é o principal investigado
Redação
11/12/2019 | 09:13

O Ministério Público do Rio Grande do Norte deflagrou nesta quarta-feira, 11, com o apoio da Polícia Militar, a operação “Comendador”. O objetivo é apurar supostos crimes de peculato e fraude em licitação pública pela Câmara Municipal de Itajá. O ex-presidente da Casa, o vereador Carlos Marcondes Matias Lopes, é o principal investigado.

A operação Comendador é resultado de uma investigação da Promotoria de Justiça de Ipaguançu, com o apoio do Gaeco do Oeste. A ação cumpre três mandados de busca e apreensão nas cidades de Itajá e Apodi.

Promotores de Justiça, servidores do MPRN e policiais militares participaram da operação. Além de Carlos Marcondes, também é investigado o empresário João Batista de Oliveira Torres, proprietário da empresa JBVM Vídeos e Produções.

Pelo que já apurou o MPRN, os dois teriam agido para fraudar uma licitação para confecção de placas para homenagear cidadãos itajaenses em benefício da JBVM Vídeos e Produções, mesmo a empresa não trabalhando com esse tipo de produto. Também há indícios de pode ter havido superfaturamento na licitação. Os documentos, computadores, aparelhos de telefone celular e mídias eletrônicas apreendidos serão periciados pelo Gaeco.

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