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Economia
Formalização eleva faturamento de empreendedores potiguares
Pesquisa do Sebrae indica que 70% dos pequenos negócios foram impactados positivamente
Redação
21/02/2020 | 21:05

Registrar formalmente uma pequena empresa traz uma série de benefícios, como possuir um número no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), possibilidade de emitir nota fiscal, estar apto a fornecer para órgãos públicos, acesso a empréstimos e linhas de crédito específicas e com taxas de juros diferenciadas. Mas, além de todas essas vantagens, a formalização ainda traz reflexos no bolso do empreendedor. Uma pesquisa realizada pelo Sebrae com empreendedores potiguares donos de microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) apontou que a opção de formalizar o negócio impactou positivamente as finanças da maioria dos entrevistados.

Conforme o levantamento, 70% dos 318 empresários do Rio Grande do Norte entrevistados afirmaram que a formalização do negócio ajudou a empresa a ganhar mais, percentual um pouco menor que o verificado pela pesquisa na região Nordeste, onde 74% dos participantes relataram aumento no faturamento em decorrência da formalização.

Uma das explicações para essa alta no faturamento do negócio tem a ver com o poder de barganhar melhores preços e condições de pagamento com os fornecedores de produtos, fato que é revelado pelo levantamento. Segundo a pesquisa do Sebrae, 73% dos empreendedores potiguares disseram que possuir um CNPJ fez a diferença na hora das compras e que conseguiram melhores condições. De acordo com a pesquisa, os proprietários de microempresas e de empresas de pequeno porte no Rio Grande do Norte passaram em média oito anos atuando na informalidade antes de registrar legalmente o negócio.

Também indagados sobre qual foi o principal motivo que os levou a abrir/ formalizar a empresa, os entrevistados potiguares apontaram, dentre outras, as seguintes razões:  ter uma empresa formal (35%), ser dono do próprio negócio (9%), possibilidade de vender para outras empresas (9%), fazer compras mais baratas e melhores (9%), evitar problemas com a fiscalização (6%), possibilidade de emitir nota fiscal (5%), e aproveitar uma oportunidade de mercado (4%).

A pesquisa não leva em consideração a categoria de Microempreendedor Individual (MEI), categoria é destinada aos empreendedores que são profissionais autônomos, faturam até R$ 81 mil por ano e possuem apenas um funcionário. O empreendedor que deseja iniciar um novo negócio, ou formalizar um já existente, pode contar com a orientação do Sebrae, que, além do atendimento presencial nos escritórios metropolitano e regionais, conta com diferentes canais à disposição do público, é o call center 0800 570 0800 e o “Fale com o Especialista”, disponível na página da instituição, no endereço www.rn.sebrae.com.br.

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