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Estudos
Conheça as oito vacinas mais promissoras contra o coronavírus
Agora RN mostra algumas das pesquisas mais avançadas no desenvolvimento de uma resposta imunológica contra a pandemia
Redação
21/05/2020 | 06:05

Enquanto a Covid-19 segue amedrontando a humanidade, cientistas de diversas partes do mundo estão envolvidos na busca de uma imunização efetiva contra o coronavírus. o Agora RN mostra algumas das pesquisas mais avançadas no desenvolvimento de uma resposta imunológica contra a pandemia.

CanSino Biologics 1 (China)

A vacina chamada de Ad5-nCoV está na segunda fase de testes clínicos e a próxima etapa deve começar nos próximos meses, em vários países, além da China, onde será produzido o produto. A companhia diz poder produzir milhões de doses e deve expandir sua capacidade para 100 milhões nos próximos anos.

Oxford/Vaccitech (Inglaterra)

Uma das iniciativas mais conhecidas, é chamada de ChAdOx1 nCoV-19 e está na primeira fase de testes. As próximas etapas devem começar em junho e os pesquisadores esperam os primeiros resultados até agosto. Devem ser usadas várias fábricas ao redor do mundo, e a expectativa é que 100 milhões de doses sejam produzidas até o fim de 2020.

Johnson&Johnson (Estados Unidos)

A gigante farmacêutica deve começar os testes da sua vacina em setembro, e pretende produzir entre 600 milhões e 900 milhões de doses no primeiro trimestre de 2021, com a promessa de chegar a 1 bilhão de vacinas até o fim do ano.

BioNTech/Pfizer (Estados Unidos)

A vacina recebeu o nome de BNT162 e é fruto de uma parceria de 2018 para a produção de vacinas contra a influenza, que foi adaptada para o coronavírus. Os testes clínicos estão em andamento, e as empresas garantem mais de 100 milhões de unidades prontas em 2021.

NIH (Estados Unidos)

A vacina americana apresentou bons resultados na primeira fase do estudo clínico, em um grupo de oito pacientes. As próximas etapas da pesquisa devem começar em breve. O objetivo da empresa é aumentar a escala de produção em 10 milhões por mês até chegar na capacidade de 1 bilhão de doses por ano em julho de 2021.

Sanofi/GSK (Inglaterra)

As duas farmacêuticas tentam unir a tecnologia de duas vacinas, uma de cada empresa, para inativar o coronavírus no organismo. Os testes devem começar só no fim de 2020. As companhias são capazes de produzir um bilhão de doses por ano.

Vacina mRNA-1273/ Moderna Therapeutics (Estados Unidos)

Uma empresa de biotecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos, é uma das empresas farmacêuticas que estão tentando novas estratégias de pesquisa para acelerar o desenvolvimento da vacina Covid-19. O objetivo de uma vacina é “treinar” o sistema imunológico de uma pessoa para gerar uma resposta para combater o vírus e prevenir doenças.

Vacina INO-4800 /Inovio Pharmaceuticals (Estados Unidos)

A vacina da Inovio, uma empresa de biotecnologia da Pensilvânia, nos EUA, também se baseia em uma nova estratégia de pesquisa. Ela é focada na injeção direta de DNA cultivado por cientistas (o coronavírus só tem RNA, então cientistas precisam cultivar o DNA com a ajuda de estruturas bacterianas chamadas plasmídeos) para o interior das nossas células para que elas produzam anticorpos para combater a infecção.

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