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Favoritismo
Brasil é maioria entre os 48 melhores surfistas do Sydney Surf Pro
Terceiro dia do Vissla Sydney Surf Pro já começou com uma dobradinha verde-amarela do capixaba Rafael Teixeira e do potiguar Jadson André
Da Redação
28/02/2018 | 19:00

Depois de um início negativo na primeira fase, os brasileiros se recuperaram nas ondas de Manly Beach na quarta-feira e conquistaram a maioria das vagas para a terceira e última rodada de baterias formadas por quatro competidores no QS 6000 Vissla Sydney Surf Pro na Austrália. Entre os 48 surfistas de treze países que seguem na disputa do título, dezessete são do Brasil, contra doze da Austrália, três dos Estados Unidos, três do Havaí, três da França, três da África do Sul e mais sete países classificaram um surfista cada, como Miguel Tudela do Peru.

O terceiro dia do Vissla Sydney Surf Pro já começou com uma dobradinha verde-amarela do capixaba Rafael Teixeira e do potiguar Jadson André sobre o australiano Cooper Chapman e o japonês Shun Murakami. As duas baterias seguintes também tiveram participação dupla do Brasil, porém só um se classificou. Na segunda, o jovem catarinense Mateus Herdy passou em segundo e Hizunomê Bettero perdeu em quarto lugar.

Outro paulista foi barrado na terceira do dia, Thiago Guimarães, no confronto que o cearense Michael Rodrigues fez os recordes do campeonato, assim como no Surfest Newcastle da semana passada. O novo top da elite do CT atacou as esquerdas de Manly Beach com batidas e rasgadas potentes de backside, executadas com muita pressão sem perder velocidade para ganhar notas 8,17 e 9,60 nas duas melhores. Com elas, totalizou imbatíveis 17,77 pontos e o australiano Soli Bailey passou em segundo lugar com 13,43, contra 10,57 de Thiago Guimarães.

CONFRONTO BRASILEIRO – Na disputa seguinte, entraram quatro brasileiros para disputar duas vagas para a terceira fase. Foi um verdadeiro confronto de gerações do surfe nacional em plena Austrália e o mais jovem deles, Samuel Pupo, 17 anos, usou os aéreos para sair do mar em primeiro lugar. Mais dois paulistas brigaram pela segunda vaga e o top da elite até o ano passado, Wiggolly Dantas, levou a melhor sobre Flavio Nakagima por 11,10 a 10,17 pontos. Em quarto ficou o cearense Heitor Alves que por muitos anos defendeu o Brasil no CT.

A segunda fase foi encerrada com vitória do português Frederico Morais, completando assim treze países ainda na disputa do título na rodada dos 48 melhores do QS 6000 de Sydney. Os brasileiros vão competir em nove das doze baterias. Em três delas, serão três lutando por duas vagas apenas. Na terceira, estão Jadson André, Lucas Silveira e Mateus Herdy. Na quinta, tem o recordista Michael Rodrigues com Samuel Pupo e Raoni Monteiro. E na nona, o paulista Deivid Silva e dois catarinenses que vão estrear no CT esse ano, Tomas Hermes e Willian Cardoso.

 

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