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Opinião
Pré-candidatos a prefeito de Natal repercutem mensagem de Carlos Eduardo Alves
Daniela Freire
03/08/2020 | 01:43

Assunto do dia
Repercutiu entre pré-candidatos a prefeito desta capital a mensagem deixada pelo ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves no Twitter, na última sexta-feira, quando ele mencionou que um “gestor nepotista” estaria com medo “de sua prática imoral” de “ter nomeado toda parentela ilicitamente”.

Atirando
O deputado estadual Kelps Lima, pré-candidato a prefeito pelo Solidariedade, tratou de tirar proveito da briga interna posta à tona por Carlos Eduardo e mostrou em suas redes sociais matérias sobre processos de nepotismo envolvendo o candidato à reeleição Álvaro Dias, atual prefeito de Natal.

Esperto
Além disso, Kelps ainda divulgou, em contraponto às suspeitas que giram em torno de Álvaro Dias, projetos de combate à prática de nepotismo apresentados por ele no Legislativo potiguar.

Falando
O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves normalmente surge no Twitter para fazer críticas aos adversários políticos. Na última sexta, ele deixou recado sobre gestor que pratica nepotismo. E no mesmo dia fez críticas à forma como a governadora Fátima Bezerra vem conduzindo a votação da reforma da previdência estadual no Legislativo.

Eita
Segundo o pedetista, “reforma em governo se faz com o governador no comando, na liderança, dialogando com a sociedade, mostrando a necessidade e importância das mudanças”. E disparou: “A governadora Fátima não dialoga, não comanda, é omissa e as coisas não acontecem. RN descendo a ladeira sem freio, sem governo”.

Unidos
“Natal nunca teve a oportunidade de vivenciar um governo democrático e popular. É chegada a hora. Saímos desse encontro firmes, fortes e unidos”. Da governadora Fátima Bezerra ao anunciar o nome do senador Jean Paul Prates como candidato a prefeito de Natal pelo PT

Proposta
O deputado federal João Maia, que é membro da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Federal (CDC), foi um dos entrevistados do Jornal da Band em rede nacional, na última quinta-feira (30), para falar sobre o crescimento da inadimplência no FIES, o Programa de Financiamento Estudantil.

Pauta
Isso porque a comissão da qual o potiguar faz parte pediu ao Tribunal de Contas da União uma investigação sobre o Fies, que está em andamento.

Sugestão
Para João Maia, uma possível solução para diminuir a inadimplência no programa federal de educação seria a criação de um projeto para a geração de emprego, a ser criado pelo governo federal, para quem se formou com empréstimo da União.

Desemprego
“A alta inadimplência nós sabemos que parte se deve ao desemprego. Nós achamos que o governo devia ter um programa de emprego para os alunos que usaram parte do dinheiro da União para se formar”, disse João Maia.

Explicando
Através do FIES, o estudante paga a faculdade ou parte dela só depois de se formar, com juros baixos e prazos estendidos. Em abril, o índice de inadimplência chegou a 53% e a tendência é piorar.

Justiça feita
A Justiça Federal de São Paulo condenou a União pelas declarações dadas pelo ex-ministro da Educação Abraham Weintraub em 2019, afirmando que haveria “plantações extensivas de maconha” nas universidades federais. A União terá de pagar R$ 50 mil à sociedade.

Em queda
Dez estados viram cair a média móvel de mortes por covid-19, enquanto 8 apresentaram alta nesta sexta-feira (31), de acordo com dados levantados pelo consórcio de imprensa. Norte (-36%) e Nordeste (-21%), as duas regiões que concentram a maioria dos estados em baixa, foram as únicas apresentar queda na variação de 14 dias.

Candidato?
“Quem decide quem é candidato a presidente é o PT e os aliados que construir. Hoje tem muitos nomes, mas teve tempo que só era eu. Quem decide é o partido. Jamais direi que vou ser o candidato”. Do ex-presidente Lula em entrevista a rádios da cidade de Feira de Santana, na Bahia.

Rápidas

O Boletim InfoGripe, produzido e divulgado na sexta pela Fiocruz, alertou para o risco de uma segunda onda de contágio do novo coronavírus nos estados de Rio de Janeiro, Ceará e Maranhão.
. A Latam anunciou o plano para demitir “no mínimo” 2,7 mil tripulantes. A empresa abriu plano de demissão voluntária após fracasso em negociação com sindicato.
. Ministro do STF Alexandre de Moraes suspendeu 9 mil ações trabalhistas contra a Petrobras. A decisão adia despesas da estatal, estimadas em pelo menos R$ 1,5 bilhão.
Clima esquentou: Falando em Moraes, ele ‘peitou’ o Facebook e ampliou a multa àquela rede social. Ele ainda intimou o presidente da empresa no Brasil por não bloquear os tais perfis bolsonaristas. O valor diário da multa chega a R$ 1,2 mi, mas a companhia já disse que vai recorrer da decisão.

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