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Opinião
Confira a coluna de Alex Viana desta segunda-feira 23

23/11/2020 | 05:36

RACHADINHA I
A mulher do ex-assessor Fabrício Queiroz, Márcia Aguiar, ajudou a desviar R$ 1,1 milhão da Assembleia Legislativa do Rio no esquema das ‘rachadinhas’, que mira o hoje senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), apontou o Ministério Público do Rio em denúncia levada à Justiça. A Promotoria estima ainda que, deste total, R$ 868 mil tenham abastecido a suposta organização criminosa liderada pelo filho do presidente.

RACHADINHA II
Márcia foi alvo de prisão preventiva em julho, mas diferentemente do marido, ela não foi encontrada pela Polícia e ficou foragida até ser beneficiada por liminar do ministro João Otávio de Noronha, então presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A medida garantiu prisão domiciliar a Márcia e Queiroz – ambos estão detidos em um apartamento na zona oeste do Rio.

RELAÇÃO COM A CÂMARA I
O prefeito eleito de Mossoró, Alysson Bezerra, acredita que, apesar de vários vereadores ligados ao grupo da prefeita Rosalba Ciarlini terem sido eleitos para a próxima legislatura da Câmara Municipal, a nova composição do Legislativo não será um obstáculo para a sua gestão.

RELAÇÃO COM A CÂMARA II
Em entrevista à 98 FM, Allyson afirmou que apostará no diálogo para se aproximar dos vereadores. Ele disse também que acredita que os novos parlamentares estarão sintonizados com a população, que manifestou desejo de mudança nas urnas no último pleito.

RELAÇÃO COM A CÂMARA III
“Será uma gestão feita com muito diálogo com a Câmara. Com certeza haverá respeito mútuo. Além disso, os vereadores entendem o momento que a cidade passa, inclusive entendem que a população deu uma resposta clara de mudança, elegendo 17 novos nomes para a Câmara e mudando a gestão da prefeitura. Acredito que estarão todos bem alinhados com o sentimento de mudança da população e defendendo os projetos em defesa do nosso povo”, declarou.

DECISÃO TOMADA
O professor universitário Roberio Paulino (PSOL) está decidido a abrir mão do mandato de deputado estadual – que herdaria do deputado estadual cassado Sandro Pimentel – para assumir uma vaga na Câmara Municipal de Natal, para a qual foi eleito este ano. Com quatro anos como vereador, Roberio avalia que pode desenvolver um trabalho mais amplo e consistente.

RANCOR
Além disso, o professor não tem escondido que ainda está magoado com a forma como terminou a eleição de 2018. Segundo ele, o mandato que hoje pertence a Sandro Pimentel poderia ter sido conquistado por ele (que acabou na 1ª suplência para deputado estadual) caso os recursos do fundo eleitoral, por exemplo, tivessem sido repartidos de forma mais igualitária dois anos atrás. Ele culpa Sandro pelo problema.

PACIFICAÇÃO
Apesar disso, Robério Paulino destaca que vai trabalhar, enquanto vereador, pela pacificação do partido. Ele reconheceu o racha interno existente entre ele e Sandro Pimentel, mas afirmou que, no que depender dele, as diferenças podem ser superadas.

SÓ AGORA?
Depois de promover aglomerações durante toda a campanha, ignorando completamente as recomendações das autoridades por causa da pandemia, agora prefeitos pelo interior do Estado dizem estar preocupados com a Covid-19. Alguns chegaram a anunciar festa para comemorar a vitória nas urnas, mas cancelaram os shows por causa do aumento no número de casos. Por que só agora?

PRESIDÊNCIA DA CÂMARA
Mal acabou a eleição e os vereadores eleitos já entraram em outra disputa: a da presidência da Câmara. Em Natal, o atual presidente, Paulinho Freire (PDT), é favorito para continuar no cargo. Em Parnamirim, o mais cotado é Wolney França (PSC), que foi o mais votado de todo o pleito e é homem de confiança do prefeito reeleito Rosano Taveira.

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