Na década de 80, durante a hiperinflação, o governo federal limitou as prestações de financiamentos habitacionais a 1/3 do salário mínimo. Como os custos dos financiamentos superavam esse limite, a União arcou com a diferença, emitindo títulos em favor das instituições financeiras, a serem resgatados posteriormente. Ao longo dos anos, esses títulos se acumularam, e parte deles foi resgatada durante o governo Wilma de Faria, através de leilões. No entanto, a maior parte permaneceu em processo de “novação”, um procedimento moroso junto à Caixa Econômica Federal e ao Tesouro Nacional, que exige do governo estadual um esforço especializado para sua efetivação.
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