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Crispiniano Neto

A popularidade de Lula e sua influência nas eleições municipais

Confira a coluna de Crispiniano Neto desta sexta-feira 10
Crispiniano Neto
10/05/2024 | 07:44

Lula perdeu três eleições presidenciais sem desistir e sem chorar derrotas, mas sempre manteve altíssimos índices de popularidade. Acompanho a gangorra do perde e ganha de Lula há quase cinquenta anos.

Assim chegou a 2002 derrotando José Serra. Em 2006 enfrentou Geraldo Alckmin após o inferno do “Mensalão”, que era tratado como o maior escândalo da História do Brasil, até que criaram a Lava Jato. Foi reeleito e, em 2010, e 2014 elegeu Dilma Rousseff, levando a direita a perder a esperança de chegar ao poder com Lula vivo. Assim, a direita perdeu a paciência com a democracia, partiu para o golpismo desvairado, tirou Dilma do poder e meteu Lula na cadeia para que ele não voltasse ao Planalto. Mesmo assim, voltou em 2022 e aí está.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se reúne com ministros e presidentes dos demais Poderes, no Palácio do Planalto (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
A popularidade de Lula e sua influência nas eleições municipais - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Os números mostram e as pesquisas de opinião confirmam: o povo acredita que, desde a posse de Lula, a economia melhorou, assim como o emprego, a renda e a qualidade de vida. Mas a popularidade do presidente andou com significativa tendência de queda.

Economia melhorando e governo federal em queda é fenômeno nunca visto, mas que atualmente ocorre aqui e nos EUA, fruto de vitoriosa articulação fascista, ora muito bem articulada em âmbito mundial. Pois, com o domínio das novas tecnologias, consegue trabalhar e ampliar a “Novilíngua” de Orwelll e transformar verdades em mentiras, heróis em vilões e vice-versa.

Desde o surgimento da era do rádio a cadela do fascismo não conseguia a plenitude da prenhez com tanta força.

A queda de popularidade de Lula é injustificada, mas é real. Só que, segundo Lavareda e outros analistas que não estão a serviço do desgaste de Lula a todo custo, o presidente já venceu a tendência de queda e começa a empinar de novo.

O jogo é mais bruto em relação a Fátima Bezerra, acossada pelo que há de pior no bolsonarismo que, diga-se de passagem, tomou gosto recentemente, mas que assiste um fortalecimento incrível da governadora pelo apoio do Governo Federal e ameaça retomar a dianteira, até a chegada dos comícios e carreatas.

Recentemente vi pesquisa com foco numa eleição municipal e fiquei impressionado com o crescimento de seis pontos de Lula da eleição até agora e de dois pontos de Fátima.

Apesar do imenso desgaste imposto aos dois, ambos terão influência segura nas eleições municipais, mesmo sabendo-se que não se recomenda federalizar nem estadualizar disputas municipais.

Que ninguém se engane. Ser candidato de Lula e de Fátima terá um peso maior do que se pensa.

Sinto que algumas articulações, como a de Mossoró, pretendem fazer uma briga “entre amigos”, escanteando ou, no mínimo menosprezando, o PT.

Como dizia Cortez Pereira: “O futuro dirá o que eu direi no futuro”. E falo de um futuro que já bate à porta.

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