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Decisão
TSE reabre produção de provas em ações que pedem cassação da chapa de Bolsonaro
Ações começaram a ser julgadas em 2019
CNN
01/07/2020 | 09:30

Por maioria, o Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira (30) reabrir a produção de provas periciais em ações que pedem a cassação da chapa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e do seu vice, Hamilton Mourão (PRTB).

As ações começaram a ser julgadas em 2019. O TSE analisa se houve benefício à chapa vencedora das eleições de 2018 em razão de um ataque a um grupo de mulheres contrárias a Bolsonaro criado no Facebook.

Durante a campanha eleitoral de 2018, invasores mudaram o nome da grupo “Mulheres unidas contra Bolsonaro” para “Mulheres com Bolsonaro 17” e excluíram seus administradores, além de terem feito publicações para elogiar o então candidato a presidente e apagarem os comentários críticos a ele.

Na prática, a reabertura da produção de provas servirá para tentar determinar quem invadiu o grupo.

É em uma destas ações que se avalia se o inquérito das fake news que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) poderá ser aproveitado como prova pelo TSE. Em maio, o PT pediu ao TSE que inclua as provas da investigação nas ações eleitorais que tramitam no tribunal e pedem a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão.

Na última segunda-feira (29), o ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito no STF, enviou um ofício ao ministro Og Fernandes para informar que o material colhido no inquérito das fake news ainda está sob perícia. Og Fernandes pediu a Moraes que se manifestasse. Moraes, então, informou que após as diligências se manifestará sobre a inclusão ou não das provas.

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