BUSCAR
BUSCAR
Situação
Suspeitos da morte de Marielle estão quietos, com perfil baixo, diz general
Braga Neto, classificou como um 'desserviço' às investigações o vazamento de nomes suspeitos de envolvimento na execução da vereadora e de seu motorista
Agência Estado
14/06/2018 | 15:22

Três meses depois do crime, o interventor federal na Segurança do Rio de Janeiro, general de Exército Walter Souza Braga Neto, classificou nesta quinta-feira, 14, como um “desserviço” às investigações o vazamento de nomes suspeitos de envolvimento na execução da vereadora Marielle Franco (PSOL) e seu motorista, Anderson Gomes, ocorrida em 14 de março. Em jargão policial, ele afirmou que potenciais suspeitos mantiveram discrição desde então.

“Precisamos ter provas do que foi levantado até o momento. Houve um desserviço muito grande quando houve aquele vazamento com citação de nomes, porque todas as pessoas que pudessem estar envolvidas estão quietas, com perfil baixo. Não estou dizendo que aquelas pessoas estivessem”, reclamou o general.

O general disse que a investigação continua andando “muito bem” e sob segredo de Justiça.

A Polícia Civil do Rio chegou interrogar vereadores no Rio, entre eles Marcelo Siciliano (PHS), suspeito de vínculos com a milícia da Zona Oeste do Rio. Ele negou ter envolvimento no crime. Outro nome citado nas investigações é o do ex-policial militar Orlando Oliveira de Araújo, que está preso. Suspeito de assassinar um colaborador de Siciliano dias após a execução de Marielle, o suposto miliciano Thiago Bruno Mendonça foi preso pela Divisão de Homicídios.

Sede: Rua dos Caicós, 2305-D, Nossa Sra. de Nazaré. Natal/RN | CEP: 59060-700
Telefone: (84) 3027-1690 / 3027-4415
Redação: (84) 98117-5384 - [email protected]
Comercial: (84) 98117-1718 - [email protected]
Copyright Grupo Agora RN. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização prévia.