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24 de janeiro
Seguranças de Lula mapeiam Porto Alegre às vésperas de julgamento no TRF-4
No dia do julgamento, quarta-feira, 24, o ex-presidente deve acompanhar a sessão em São Paulo, onde há previsão de atos contrários e favoráveis a Lula na Avenida Paulista
Estadão
22/01/2018 | 10:54

O PT prevê uma rápida passagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na terça-feira, 23, entre 16h e 18h, em Porto Alegre, para o julgamento do petista pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), conforme publicou o Estado em 2 de janeiro. O Instituto Lula não confirma a informação. Uma equipe responsável pela segurança de Lula esteve no domingo, 21, na cidade para mapear os locais por onde o ex-presidente deve passar.

No dia do julgamento, quarta-feira, 24, o ex-presidente deve acompanhar a sessão em São Paulo, onde há previsão de atos contrários e favoráveis a Lula na Avenida Paulista.

Na manhã desta segunda-feira, 22, cerca de 3.000 integrantes da Via Campesina começaram a chegar à capital gaúcha de Estados vizinhos, de acordo com os organizadores do movimento de camponeses.

No início da manhã, participaram da marcha a presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), Alexandre Padilha, vice-presidente do PT, o senador Lindbergh Farias (RJ), o ex-governador do Rio Grande do Sul Olívio Dutra, o deputado Paulo Pimenta (RS), o líder do Movimento Sem Terra (MST), João Pedro Stédile.

Entenda como Lula vai ser julgado no tribunal da Lava Jato:

INÍCIO

– 8h30 do dia 24, na sala de sessão da 8.ª Turma, na sede do TRF-4, em Porto Alegre.

– A sessão começa com a abertura do presidente da 8.ª Turma, desembargador federal Leandro Paulsen.

– Após, o relator, desembargador federal João Pedro Gebran Neto, faz a leitura do relatório do processo. Em seguida, ocorre a manifestação do Ministério Público Federal que, levando em conta que recorre quanto à situação de diversos réus, terá o tempo de 30 minutos.

– Depois, é a vez dos advogados de defesa, com tempo máximo de 15 minutos cada réu.

– Ao todo será oferecida uma hora para o conjunto das sustentações orais da defesa, de modo que possam reforçar oralmente, nessa sessão, suas razões e seus pedidos.

– A seguir, Gebran lê o seu voto e passa a palavra para o revisor, desembargador Leandro Paulsen, que dá o voto.

– Paulsen é seguido pela leitura de voto do desembargador federal Victor Luiz dos Santos Laus.

– Paulsen, que é o presidente da turma, proclama o resultado.

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