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Rio de Janeiro
Munição usada para matar Marielle veio de lote vendido para a PF em 2006
PF informou que, além da ‘além da investigação conduzida pela Polícia Civil pelo crime de homicídio, já foi instaurado inquérito no âmbito da Polícia Federal
Estadão
16/03/2018 | 13:26

A Polícia Civil do Rio de Janeiro identificou a origem das cápsulas encontradas no carro em que a vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes foram assassinados na noite de quarta-feira, 14. Segundo a perícia, elas vieram de lotes vendidos pela empresa CBC à Polícia Federal em Brasília em 2006. Além disso, pelo menos um dos carros envolvidos no caso era clonado. As informações são do RJTV, da TV Globo.

A munição encontrada durante a perícia é de calibre 9mm. As polícias Civil e Federal irão rastrear agora o caminho feito pelo lote desde a sua aquisição.

As investigações da Delegacia de Homicídios também revelaram que o veículo de onde partiram os tiros tinha placa clonada. Os investigadores identificaram o proprietário do veículo original, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e descartaram qualquer participação dele nos homicídios.

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