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Tragédia
FAB inicia a investigação sobre queda do Globocop na orla do Recife (PE)
Helicóptero da Rede Globo caiu hoje pela manhã na Praia do Pina, no Bairro Brasília Teimosa, na continuidade de Boa Viagem, na capital pernambucana. Duas pessoas morreram
Da Redação
23/01/2018 | 14:03

A Força Aérea Brasileira (FAB) iniciou as investigações sobre a queda do Globocop, helicóptero da TV Globo em Pernambuco, que caiu na manhã da terça-feira, 23, na Praia do Pina, em Recife (PE). A aeronave pertencia à empresa Helisae Helicópteros do Nordeste, do empresário potiguar Wagner Monteiro, e havia passado por inspeção técnica na semana passada.

Segundo a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), o certificado de inspeção da aeronave tinha validade até 19 de janeiro de 2019. O helicóptero passou por uma inspeção no dia 19 de janeiro deste ano.

 Uma equipe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) esteve no local do acidente para iniciar as investigações. A Polícia Civil de Pernambuco abriu inquérito para apurar as causas da queda.

 O helicóptero Robinson R44/News Copter, específico para filmagens aéreas, registrava imagens do litoral pernambucano quando caiu. Morreram no acidente, o comandante Daniel Galvão, de 34 anos, e a sargento da aeronáutica Lia Maria Abreu de Souza, de 33 anos, que acompanhava o voo. Os dois ainda foram resgatados com vida dos destroços, mas não resistiram aos ferimentos.

 Além deles, do operador de imagens, Miguel Brendo Pontes Simões, que é filho do empresário Wagner Monteiro, também estava no helicóptero. Ele foi encaminhado para o Hospital da Restauração, no centro do Recife, e o estado de saúde é grave. O acidente ocorreu na Praia do Pina, no bairro de Brasília Teimosa, que fica na continuidade de Boa Viagem.

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Populares observam operação de resgate de tripulantes do helicóptero da Globo, na praia do Pina, Recife

Na hora do acidente, de acordo com testemunhas, o tempo estava nublado e chovia muito na região. O piloto Daniel Galvão era considerado experiente, com mais de 1,3 mil horas de voo e formação feita nos Estados Unidos.

Este foi o primeiro acidente da Helisae Helicópteros. A empresa presta serviços há 15 anos para veículos de comunicação de toda a região Nordeste. Segundo a empresa, o último registro de inspeção da aeronave foi do dia 19 de janeiro.

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