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Lava Jato
Em delação, Léo Pinheiro diz que campanha de Marina Silva teve caixa dois
Na negociação da delação premiada de Léo Pinheiro, há revelação que atinge duas figuras que têm suas imagens ligadas às questões da ética e da sustentabilidade
Redação - O Globo
12/06/2016 | 20:54

Na negociação da delação premiada de Léo Pinheiro, há uma revelação destinada a fazer muito barulho. Atinge duas figuras que têm suas imagens ligadas umbilicalmente às questões da ética e da sustentabilidade — uma, na política; a outra, no meio empresarial.

O ex-presidente da OAS se comprometeu com os procuradores a falar do caixa dois que, segundo ele, irrigou a campanha de Marina Silva à Presidência em 2010.

O pedido a Pinheiro foi feito por Guilherme Leal, um dos donos da Natura, candidato a vice-presidente de Marina naquela eleição.

Alfredo Sirkis, ainda de acordo com a delação do ex-presidente da OAS, acompanhava Leal quando a negociação foi fechada.

Oficialmente, ou seja, no caixa um, o TSE não tem registro de qualquer doação da empresa baiana para a campanha de Marina.

Léo Pinheiro também afirma em sua delação que passou recursos para o caixa dois das campanhas de Eduardo Paes. Executivos da Odebrecht também negociam afirmar isso em delação.

Marina Silva e Paes negam que suas campanhas tenham recebido qualquer recurso ilícito.

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