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Opinião
‘É natural que haja mudanças’, diz Alckmin sobre debandada do PSDB
Tucanos estão divididos entre apoiar o vice-governador, Márcio França (PSB), e o candidato do PSDB, prefeito João Doria, na disputa
Estadão
02/04/2018 | 12:59

O governador Geraldo Alckmin, que deixa o cargo no próximo dia 7 para concorrer à Presidência, disse na manhã desta segunda-feira que a debandada de políticos do PSDB faz parte do processo político. “É natural que nesse período de janela haja mudanças, não só no PSDB.”

Quadros importantes do partido em São Paulo, como o líder do governo na Assembleia Legislativa, Barros Munhoz, deixaram a sigla em represália à candidatura do prefeito João Doria ao governo estadual. Doria será o nome dos tucanos para a disputa contra o vice-governador Márcio França, do PSB, novo partido de Munhoz.

Perguntado sobre a briga política entre os dois aliados – e se subiria no palanque de França mesmo com o PSDB tendo candidato próprio -, Alckmin desconversou. Limitou-se a dizer que, uma vez fora do Palácio dos Bandeirantes, vai viajar o País “pregando união nacional.”

O governador participou nesta manhã da divulgação de um investimento de R$ 506,3 milhões em melhorias para as estradas de São Paulo. Na reta final do mandato, Alckmin corre contra o tempo para entregar o máximo possível de obras. Para esta semana, por exemplo, estão previstas inaugurações de novas estações do metrô.

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