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‘Proteção’
Contra o fantasma da prisão da Lava Jato, índios ‘fecham o corpo’ de Lula
Na quinta-feira, 15, em Salvador, ex-presidente condenado a 12 anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso triplex, recebeu 'ritual de proteção'
Estadão
20/03/2018 | 12:16

Acuado pela Justiça e cada vez mais perto da prisão da Lava Jato, o ex-presidente Lula agora está sob ‘proteção’ indígena. Na quinta-feira, 15, enquanto seus advogados lutam bravamente nos tribunais para afugentar o fantasma da cadeia que o atormenta, ele foi recepcionado em Salvador, no Fórum Social Mundial, por um grupo de mais de 20 etnias que promoveram o ritual de ‘fechamento de corpo’ do ex-presidente.

Os índios brindaram Lula, então exibindo um semblante marcado pela tensão, com um cocar vistoso e despejaram a fumaça da proteção sobre seu corpo.

O ex-presidente, condenado a 12 anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do triplex do Guarujá, também recebeu a pauta de reivindicações dos povos indígenas – a prioridade é a demarcação de territórios.

Em seu site, o petista publicou fotos e vídeos da cerimônia em que recebeu o abrigo dos aborígenes.

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