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Agenda Presidencial
Bolsonaro sobrevoa áreas atingidas pelo ‘ciclone bomba’ em Santa Catarina
Ele foi acompanhado por parlamentares da região e ministros, incluindo o titular do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Rogério Marinho
Redação
04/07/2020 | 10:23

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobrevoou neste sábado (4) as áreas atingidas pelo “ciclone bomba” em Santa Catarina, que causou ao menos dez mortes e deixou um rastro de destruição no Sul do país nesta semana.

Ele foi acompanhado por parlamentares da região e ministros, incluindo o titular do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Rogério Marinho. Em sua conta no Instagram, a vice-governadora de Santa Catarina, Daniela Reinehr (sem partido), publicou fotos ao lado do presidente a bordo do helicóptero usado para sobrevoar a região.

“Já estou com o presidente @jairmessiasbolsonaro. Seguimos para sobrevoar as áreas atingidas pelo ciclone bomba. Unidos, vamos vencer mais essa calamidade. Estamos trabalhando para agilizar o atendimento à nossa gente e recuperar o nosso estado”, escreveu.

Em outras publicações em suas redes sociais, a vice-governadora marcou além do presidente Bolsonaro os deputados federais Caroline de Toni (PSL), Daniel Freitas (PSL) e Rogério Peninha Mendonça (MDB), que também participam do sobrevoo.

Em vídeos também publicados nas redes sociais de Reinehr, Bolsonaro diz que o sobrevoo teve como objetivo ver o que realmente aconteceu pela passagem do ciclone.

“Queria dizer a todos que no nosso governo, em especial através do ministério do desenvolvimento regional que temos à frente o Rogério Marinho, está à disposição para o que for possível para minorar o sofrimento daqueles que foram atingidos”, disse o presidente.

“E, obviamente, nos solidarizarmos aos familiares daqueles que perderam suas vidas. O governo federal se coloca à disposição dos senhores.”

O que é um ciclone bomba? 

De acordo com o meteorologista da Climatempo André Madeira, o ciclone extratropical recebe esse apelido por causar uma queda de pressão em curto espaço de tempo.

Esse fenômeno pode causar ventos intensos e agitação marítima. No entanto, Madeira diz que a ocorrência é “relativamente comum” para essa época do ano. 

“São relativamente comuns nesta época do ano, e ocorrem aqui, no litoral do país, na região Sul, principalmente entre maio e setembro. São áreas de baixa pressão que, geralmente, se formam associados à uma frente fria”, disse.

Na quinta-feira, foi registrada uma chuva congelada na serra catarinense.

*Com informações da CNN Brasil

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