Neymar e Bruna Biancardi não moram mais na mansão em Cotia, no interior de São Paulo, após descobrirem que estavam sendo monitorados pelas câmeras de segurança da residência.
Em abril, os advogados da influenciadora entraram com uma ação contra os proprietários da casa, buscando declarar inadimplemento contratual e rescisão do contrato de aluguel. Segundo o documento obtido pela CNN, Bruna relatou ter sentido que “teve a sua vida acompanhada como se fosse um reality show”. A influenciadora também alegou abalo psicológico devido à violação de sua intimidade e à divulgação de sua localização a terceiros.

Além disso, Bruna afirmou ter sido tratada de forma invasiva pelo casal proprietário, que chegou a pedir fotos com Neymar. O casal pagava R$ 41.401,47 de aluguel e tentou um acordo amigável antes de recorrer à Justiça.
No processo, a advogada de Biancardi solicitou a devolução total da caução no valor de R$ 129.690,73 e uma indenização de R$ 10 mil por danos morais. Também pediu que o caso corresse em segredo de justiça, devido a “questões íntimas e financeiras”. O juiz, porém, negou o pedido de sigilo, e a influenciadora desistiu da ação.
Nesta quinta-feira (7), a advogada de Bruna solicitou novamente a conversão em sigilo de todos os documentos que contêm informações bancárias pessoais da influenciadora, além do arquivamento urgente dos autos.
Os proprietários da mansão são acusados ainda de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.