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Serviço

Semurb abre protocolo para identificar origem de água servida na Romualdo Galvão

Inspeção será realizada após comerciantes e pedestres relatarem que o problema persiste há cerca de seis meses
Redação
16/07/2026 | 05:31

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) abriu um protocolo de denúncia para realizar uma vistoria e identificar a origem da água servida acumulada na Avenida Romualdo Galvão, no bairro Lagoa Seca, na Zona Sul de Natal. Segundo a pasta, não havia registro anterior de denúncia para o local. A inspeção será realizada após comerciantes e pedestres relatarem que o problema persiste há cerca de seis meses.

O ponto afetado fica nas proximidades do cruzamento com a Avenida Nevaldo Rocha, uma das áreas de maior circulação de veículos e pessoas da capital. Comerciantes afirmam que a água ocupa parte da pista e da calçada, reduzindo o espaço de passagem para pedestres e dificultando o acesso aos estabelecimentos.

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Água servida se acumula há cerca de seis meses na Av. Romualdo Galvão - Foto: Reprodução/TV Tropical

A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) informou que enviou uma equipe técnica ao local e constatou que a situação não é de responsabilidade da companhia. Segundo a empresa, a água acumulada na via é proveniente de descarte de água servida em via pública, e não de vazamento na rede de esgotamento sanitário. A Caern informou ainda que a fiscalização e as providências nesse tipo de ocorrência são de competência da Semurb.

A vendedora Juliane Santos, que trabalha em um estabelecimento localizado em frente ao ponto onde ocorre o acúmulo de água, afirmou que o problema interfere na rotina dos comerciantes. “Em média, há uns cinco a seis meses que a gente tá passando por esse problema. Já tivemos problemas com falta de abastecimento de água também nas lojas, o que dificulta muito o dia a dia. Já presenciei queda também de idosos aqui, então é algo que reflete muito também sobre o que vem ocorrendo, o descaso com a saúde pública em si”, disse.

Segundo Juliane, além do acúmulo de água na via, comerciantes enfrentaram falta de abastecimento após o rompimento de uma tubulação. Ela relatou que o reparo demorou dias para ser realizado e que, após o serviço, uma abertura permaneceu no local por cerca de dois meses.