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Economia

Serquiz exalta potencial do Brasil em agenda com presidenciáveis em Brasília

Presidente e diretores da FIERN participam do evento “A Indústria na Agenda dos Presidenciáveis”, promovido pela CNI, e destacam potencial do país para o crescimento e a melhoria da qualidade de vida
Redação
23/06/2026 | 06:41

“O Brasil tem potencial e força para transformar oportunidades em desenvolvimento”, destacou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN), Roberto Serquiz, nesta segunda-feira 22, no evento “A Indústria na Agenda dos Presidenciáveis”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.

“Saímos daqui com a certeza de que o Brasil tem potencial e força para transformar oportunidades em desenvolvimento, crescimento e melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro”, afirmou Roberto Serquiz. “O evento foi um espaço de diálogo democrático e de apresentação de ideias, no qual os pré-candidatos expuseram suas propostas, visões e expectativas para o futuro do Brasil”, acrescentou o presidente da FIERN, que ao participar do evento dirigiu pergunta ao pré-candidato Romeu Zema.

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Delegação da FIERN levou demandas do setor produtivo potiguar a evento com pré-candidatos promovido pela CNI em Brasília - Foto: Fiern/Reprodução

O evento, realizado pela CNI, reuniu três pré-candidatos ao Palácio do Planalto, que falaram, em momentos diferentes, a um público de líderes industriais sobre os desafios e oportunidades para o desenvolvimento do país. Estiveram presentes, ao longo da tarde, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, os presidenciáveis Romeu Zema, Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado.

Os três pré-candidatos receberam o documento “Construindo o Brasil 2050”, que reúne propostas prioritárias da indústria. O material traz recomendações em áreas estratégicas, como agenda macroeconômica, política industrial, inovação, cooperação internacional, energia, infraestrutura de transportes, sustentabilidade, sistema tributário e segurança jurídica, entre outros temas essenciais para o fortalecimento da economia e a competitividade do Brasil.

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Roberto Serquiz destaca “espaço de diálogo democrático e apresentação de ideias” – Foto: Fiern/Reprodução

O presidente da CNI, Ricardo Alban, afirmou que a revitalização da indústria é o caminho para que o Brasil retome a competitividade e crie empregos de qualidade que proporcionem renda mais elevada. “Para construir o Brasil que sonhamos, precisamos colocar a indústria, em especial a de transformação, no centro da nossa estratégia de desenvolvimento. A indústria está atenta e disposta a participar desse importante debate. Estamos preocupados com os rumos da economia e temos avaliado as condições necessárias para acelerar o crescimento econômico e para melhorar a renda e a qualidade de vida da população”, enfatizou.

Gestores do Sistema FIERN na comitiva

O 1º vice-presidente da FIERN, Francisco Vilmar Pereira, enalteceu a iniciativa do presidente Roberto Serquiz de levar a diretoria ao evento e destacou que “o Rio Grande do Norte tem muito a solicitar, a propor e a sugerir, porque é um estado com capacidades que não estão sendo aproveitadas em sua totalidade”.

Para o diretor 1º secretário da FIERN, Heyder Dantas, o evento “é um importante momento para termos a oportunidade de escutar as propostas dos pré-candidatos à Presidência, como também apresentar as demandas dos presidentes das federações”.

O diretor 1º tesoureiro da Federação, Djalma Júnior, ressaltou que “a indústria é o caminho para transformar o país e tivemos a grande oportunidade não só de escutar três pré-candidatos, mas de entender qual a perspectiva de desenvolvimento do nosso país com uma política industrial bem delineada e, consequentemente, um trabalho efetivo de acompanhamento das despesas públicas”.

De acordo com o diretor 2º secretário da FIERN, Etelvino Patrício, “o evento serviu para entender qual o sentimento e para onde queremos levar o país, principalmente a indústria, que precisa tanto de um governo proativo e que a veja como um patamar fundamental do desenvolvimento nacional”. O diretor 2º tesoureiro, Airton Torres, também esteve presente.

Indústria na Agenda dos Presidenciáveis

A cada quatro anos, a CNI realiza encontros com presidenciáveis. De forma democrática, a instituição oferece um espaço de diálogo para que os pré-candidatos à Presidência da República apresentem aos empresários suas visões sobre o país e como pretendem tratar as principais questões que afetam o dia a dia dos brasileiros.

Para o presidente da CNI, a participação ativa da indústria no debate eleitoral é essencial para assegurar que temas estratégicos estejam presentes na agenda dos candidatos.

Ao oferecer propostas concretas e tecnicamente embasadas, a CNI contribui para a construção de políticas mais eficazes, alinhadas às necessidades do setor produtivo e da sociedade, além de fornecer subsídios para a incorporação de medidas nos programas de governo e para a orientação dos trabalhos das equipes de transição.

Estiveram presentes, além da diretoria executiva da FIERN, os gestores do Sistema FIERN e os seguintes dirigentes de sindicatos e diretores: Amaro Sales, Ednaldo Barreto, Silvio Torquato, Marcelo Rosado, Sandro Lima, Tercina Suassuna, Fátima Dantas, Jaedson Dantas, Gustavo Henrique Motta, Ivanaldo Maia, Cesário Henrique Melo, Sérgio Henrique de Azevedo, Francisco Sena, Pedro Fausto, Heuler Matos, Joafran Nobre, Alberto Serejo, Conceição Praxedes, Pedro Terceiro e Marize de Araújo Paula.

Construindo a Indústria 2050

O documento “Construindo a Indústria 2050” tem como objetivo contribuir para o debate eleitoral e para a formação de políticas capazes de ampliar a produtividade, estimular investimentos e fortalecer a capacidade de crescimento sustentável da economia brasileira.

Ele é dividido em três eixos:

  • Custo Brasil: engloba energia, transporte e logística, tributação, financiamento, relações de trabalho, segurança, integridade de mercado e ambiente regulatório.
  • Ambiente macro: engloba o cenário internacional, a política fiscal e a equação inflação-câmbio-juros;
  • Desenvolvimento produtivo: aborda a política industrial, comercial e o acesso a mercados, bem como cooperação e transferência tecnológica, inovação, formação de recursos humanos, desenvolvimento regional e meio ambiente;