Fiern participa de reunião da Câmara Setorial da Indústria em Mossoró

Lideranças do setor industrial do estado reuniram na tarde desta sexta-feira, 31, na sede da CDL Mossoró, para participar da reunião da Câmara Setorial da Indústria. O vice-presidente da FIERN, Pedro Terceiro de Melo esteve presente e destacou pontos importantes para a indústria potiguar.

Terceiro falou sobre o alto custo do gás natural para a indústria e a possibilidade de migração para outra fonte de energia, citando a biomassa. “O custo do gás está proibitivo”, enfatizou o vice-presidente.

O secretário de desenvolvimento econômico do RN, Jaime Calado, falou que medidas já estão sendo adotadas para reduzir o custo do gás natural. “Sabemos que o bioma do nosso estado não suporta a migração do gás para a biomassa”, disse.

A cadeia produtiva do sal, petróleo e gás, o PROEDI, incubadoras tecnológicas, ações de fomento a pesquisa e a Lei Geral Estadual da Micro e Pequena Empresa foram alguns dos pontos abordados durante o encontro.

Também participaram da reunião o coordenador de desenvolvimento industrial da SEDEC, Teo Tomaz, o vice-presidente do SINECIM, Marcelo Rosado; além de representantes do SEBRAE, IDEMA, Potigás, AGN, UERN, ACIM, SIESAL, Associação de Faccionistas do Seridó, BNB, Fapern, UFRN e IFRN.

Humorista que interpreta Dilma expulsa eleitores de Bolsonaro de seu show

O humorista Gustavo Mendes bateu boca com algumas pessoas da plateia de um show que estava realizando em Teófilo Otoni (MG). Em determinado momento da apresentação, ele e o público começaram a discutir por conta de posições políticas.

Gustavo é conhecido por interpretar a ex-presidente Dilma Rousseff no YouTube, e já a defendeu em diversas ocasiões.

Em um vídeo publicado no Twitter, Gustavo aparece falando sobre o caso envolvendo Macron e Bolsonaro. Em certo momento, os espectadores começaram a reagir às críticas, e o comediante se impôs.

“Que que é? Bolso o quê? Pode ir embora, eu devolvo o seu dinheiro. Eu tô respondendo uma crítica. Eu não tenho problema nenhum em expor opinião política. Quando expõe opinião política, eu ponho a minha. Entendeu? A real agora: pode levantar vocês aí, eu devolvo o dinheiro de vocês, porque eu quero vocês fora”, disse.

No fim, ele desabafou sobre o ocorrido.

“Tchau, quem não quer sou eu. No Facebook vocês podem gritar à vontade, aqui não. Primeira vez que passo por isso.”

Governo altera decreto sobre suspensão de queimadas na Amazônia

O governo federal alterou o decreto que suspendia as queimadas em todo o país pelo período de 60 dias. A mudança permite o uso do fogo em práticas agrícolas fora da Amazônia Legal. O decreto com alteração foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União na última sexta-feira, 30.

De acordo com a nova medida, as queimadas para fins agrícolas serão permitidas “quando imprescindíveis à realização da operação de colheita” e desde que sejam previamente autorizadas pelo órgão ambiental estadual. A autoridade, entretanto, pode negar a autorização em casos, por exemplo, de ser constatado risco de vida, danos ambientais ou quando a qualidade do ar atingir índices prejudiciais à saúde humana.

As queimadas para fins agrícolas continuam proibidas na Amazônia Legal, que abrange todos os estados da Região Norte (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins),atém de Mato Grosso e parte do Maranhão.

O primeiro decreto, determinando a suspensão da permissão do uso de fogo, foi publicado no Diário Oficial de quinta-feira, 29. A medida não se aplica em casos como de controle fitossanitário, desde que seja autorizado pelo órgão ambiental competente; nas práticas de prevenção e combate a incêndios; e nas práticas de agricultura de subsistência das populações tradicionais e indígenas.

O Decreto nº 2.661, de 8 de julho de 1998 as queimadas em práticas agropastoris e florestais em situações específicas mediante o estabelecimento de normas de precaução. A proibição do uso do fogo na Amazônia Legal por 60 dias faz parte das medidas adotadas pelo governo no combate aos incêndios florestais na região.

Fátima Bernardes surpreende ao surgir em clique raro com os filhos

Fátima Bernardes aproveitou a última sexta-feira, 30, em família, e ainda chamou a atenção dos fãs ao surgir com os filhos em um clique raro.

A apresentadora do ‘Encontro’ publicou uma foto em que aparece ao lado dos filhos trigêmeos, Beatriz, Laura e Vinícius, e do namorado, Túlio Gadelha. O grupo se reuniu para assistiu o show do cantor Silva, no Rio de Janeiro (RJ).

“Time completo para bater palmas para o Silva. Ele sempre nos emociona”, escreveu a jornalista.

Nos comentários, os fãs deixaram diversos recados para a família. “Que família bonita de se ver!”, escreveu um.”Seria essa a foto mais linda do mundo?” questionou outra. “Fátima, me adota!”, pediu um último.

BEBÊS

Além disso, Fátima também chamou a atenção da internet ao publicar algumas fotos de seus filhos quando eram bebês.

“Porque deu saudade deles pequenininhos. Pela ordem de nascimento. Amor que não se mede”, escreveu na legenda das imagens.

Economistas se surpreendem com resultado do PIB mas mantêm cautela

O Produto Interno Bruto de R$ 1,78 trilhão nos meses de abril, maio e junho deste ano surpreendeu os economistas. O valor corresponde ao fluxo de novos bens e serviços finais produzidos no 2º trimestre deste ano. O resultado foi 1% acima do mesmo período em 2018; ou 0,4% acima do 1º trimestre de 2019.

Antes da divulgação do PIB pelo IBGE, a tendência geral dos economistas ouvidos no mercado financeiro era apostar em um crescimento de 0,2% de um trimestre a outro. O percentual em dobro é melhor do que se esperava, mas não o suficiente para marcar uma vigorosa retomada da economia, concordam economistas de postos diferentes ouvidos pela Agência Brasil.

Para Thiago Xavier, economista da Consultoria Tendências, o resultado do PIB é uma “pequena surpresa, mas precisa ser relativizada”. De acordo com ele, “uma das razões para ter cautela é a base muito frágil de comparação dos resultados. Independentemente de qual for a métrica, [o resultado] tem bases de comparação fracas”.

Xavier assinala que as comparações entre períodos iguais de 2019 e 2018 têm que levar em consideração que no primeiro semestre do ano passado houve a greve dos caminhoneiros que desarticulou toda a economia nacional, e que no primeiro semestre deste ano a ruptura da barragem da Vale em Brumadinho (MG) reduziu a produção mineral.

Capital e trabalho

Flávio Castelo Branco, gerente-executivo de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI) faz coro com economista da Consultoria Tendências e acrescenta que na última medida do PIB o crescimento atribuído à indústria se destaca porque o histórico é negativo.

“É uma notícia positiva e enseja expectativas, mas vamos lembrar: a indústria tinha caído dois semestres seguidos e o crescimento anterior tinha sido fraco. Agora estamos de cinco a seis pontos percentuais menores que estávamos no início da recessão”.

A recessão mencionada pelo representante do capital também é citada pelo representante da força de trabalho. “O país está longe de ter uma dinâmica capaz de ter um crescimento que reponha as perdas do período recessivo e recoloque o país nos mesmos patamares econômicos de 2013 e 2014”, assinala Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

“Nessa dinâmica é preciso de mais três ou quatro anos para recuperar o mesmo posicionamento de 2014. Isso significa que podemos ter mais uma década perdida em que o país mergulha e depois sai do fundo do poço para voltar para a mesma posição”, compara.

Cenário internacional

Se o passado recente de baixo crescimento econômico relativiza os feitos medidos pelo PIB do 2º trimestre de 2019, o futuro exige cautela. O Brasil pode sentir efeitos do conflito comercial e cambial entre os Estados Unidos e China, da saída do Reino Unido (Brexit) da União Europeia, e da recente moratória da Argentina.

Estados Unidos, China, União Europeia e Argentina são os principais parceiros comerciais do Brasil. A redução do comércio internacional desses países pode tornar o bom desempenho da economia mundial duvidoso. “Quando o mundo fica mais incerto, países emergentes ficam mais expostos”, pondera Thiago Xavier, da Consultoria Tendências.

“O cenário internacional já foi melhor e nós não aproveitamos por causa da nossa situação doméstica”, rememora Castelo Branco, da CNI. Para ele, “o maior freio está dentro da nossa economia”.

Em sua avaliação, a aprovação final da reforma da Previdência Social, a simplificação da cobrança de tributos, a desburocratização das obrigações das empresas e a medida provisória da liberdade econômica poderão fortalecer a economia do país em meio ao tempo fechado entre os parceiros comerciais.

“Esses fatores vão preponderar sobre as dificuldades que vêm do ambiente internacional”, acredita o gerente-executivo de Política Econômica da CNI.

Reformas e investimentos

Além das medidas em andamento, Castelo Branco tem expectativa positiva quanto ao programa de privatização e concessões do governo federal e acredita que o Banco Central continuará reduzindo a taxa básica de juros (Selic). “Isso tudo cria um ambiente mais favorável para a demanda de investimentos e para a demanda das famílias, fazendo a roda do crescimento girar um pouquinho mais rápido”, descreve.

“O que vai viabilizar um crescimento mais robusto da economia é o investimento. É preciso atrair muito recursos para infraestrutura e para isso temos que fazer alterações nas leis para que estimule a entrada de capital”, acrescenta José Ronaldo Souza Júnior, diretor de Macroeconomia do Ipea.

O crescimento de 0,4% do PIB foi previsto pelo Ipea, que antecipou que o país crescerá em 2019 0,8%, três décimos de pontos percentuais abaixo do verificado em 2017 e 2018 (1,1%).

“Será o terceiro ano com a atividade econômica em ritmo muito baixo. Com uma dinâmica que não responde ao que se esperava. Nós já temos um período longo de baixo crescimento”, lamenta Clemente Ganz Lúcio, do Dieese.

Torcedor cai de arquibancada no Morumbi e atinge adolescente

Durante o jogo em que o São Paulo empatou com o Grêmio em 0x0, neste sábado, 31, pela manhã, no estádio do Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro, um torcedor do tricolor paulista caiu da arquibancada superior sobre uma adolescente, que estava nas cadeiras inferiores.

Segundo informações divulgadas pelo próprio clube, o homem é Iago de Melo Rios. O nome da adolescente não foi divulgado.

O São Paulo informou que eles passaram por atendimento médico ainda no estádio e foram encaminhados, conscientes, a hospitais da região.

O clube informou ainda que vai prestar a assistência necessária aos dois torcedores.

Bolsonaro lamenta derrubada de veto a pena mais dura para fake news

O presidente Jair Bolsonaro lamentou neste sábado, 31, a derrubada do seu veto, pelo Congresso Nacional, a penas mais duras para quem propaga notícias falsas, as chamadas fake news, nas eleições.

“[A derrubada] abriu a brecha pra todo mundo agora ser processado. Eu vetei, sou a maior vítima de fake news e não me preocupei com isso. A pessoa extravasa ali [na internet], não dou bola pra isso não, toca o barco. Agora qual o limite? Como vai saber se é fake news ou não? É para apavorar o povo”, disse ele ao deixar o Palácio da Alvorada na manhã deste sábado.

O veto ocorreu em junho, quando a Lei 13.834/2019, que atualiza o Código Eleitoral, chegou à mesa do presidente da República. 

Com a derrubada do veto, na última quarta-feira, 28, a pena para quem divulgar notícias falsas com objetivo eleitoral é de dois a oito anos de reclusão. A pena só será aplicada quando estiver comprovado que o acusado sabia da inocência do alvo da notícia falsa propagada.

Argumentação

Em seu veto, Bolsonaro havia argumentado que a nova pena “viola o princípio da proporcionalidade entre o tipo penal descrito e a pena cominada”. O veto de Bolsonaro foi derrubado por 326 deputados e 48 senadores. “Um clique vai ser mais grave que um teco”, disse o presidente hoje, comparando com a pena para homicídio culposo.

“Se matar alguém você pode ser condenado a pena menor do que dar um clique, às vezes de madrugada, reproduzindo uma matéria”.

Bolsonaro deixou o Alvorada, hoje, para acompanhar a terceira etapa do concurso de salto da Escola de Equitação da Polícia Militar do Distrito Federal, no Regimento de Polícia Montada, no Riacho Fundo. Depois, o presidente foi para um almoço no Quartel General do Exército, no Setor Militar Urbano.

Anitta anuncia término com Pedro Scooby: ‘Não sabemos se é definitivo’

O relacionamento entre Anitta e o surfista Pedro Scooby terminou. Após quase três meses de namoro e muitas polêmicas, a cantora confirmou o afastamento a colunista Fabia Oliveira, do jornal O Dia: “Seguimos nos falando todos os dias. Realmente não sabemos se é algo definitivo. Não estou bem de saúde e pedi que me recuperasse sozinha”.

De acordo com Leo Dias, colunista do UOL, a separação não teve a ver com qualquer desentendimento ou briga. E, também, não há relação com as polêmicas que envolviam o casal e a ex-mulher de Scooby, a atriz Luana Piovani.

Anitta e Pedro Scooby assumiram o relacionamento em junho deste ano, quando viajavam de férias pelas Ilhas Maldivas. O namoro dos dois teve grande foco na mídia, em meio a tantos conflitos envolvendo o trio Anitta, Scooby e Piovani.

A atriz e apresentadora, e também ex-companheira de Pedro Scooby, pronunciou-se algumas vezes revelando brigas entre ela e Scooby no que diz respeito ao cuidado dos filhos. Luana Piovani e Pedro Scooby foram casados por 10 anos e rendeu a eles três filhos.

Banco Central implantará sistema de pagamentos instantâneos

O desenvolvimento do sistema de pagamentos instantâneos está avançando. Nesta semana, o Banco Central (BC) anunciou que será responsável por desenvolver a base de dados e a administração do sistema.

A ideia é substituir as transações com dinheiro em espécie ou por meio de transferências bancárias (TED – Transferência Eletrônica Disponível – e DOC – Documento de Ordem de Crédito) e débitos por transações entre pessoas.

Segundo o BC, os pagamentos instantâneos serão feitos em alguns segundos e funcionarão por 24h todos os dias da semana.

A decisão de desenvolver o sistema vai permitir que bancos e fintechs (empresas de tecnologia do setor financeiro) possam dar continuidade à definição de seus modelos de negócios para o pagamento instantâneo.

Atualmente, os pagamentos por transferência são feitos por canais bancários e os valores chegam ao destinatário no mesmo dia, desde que a transferência seja feita em dias úteis, em horário definido pelos bancos de 6h30 às 17h.

O custo da transferência é definido pelos bancos para cada operação ou tem o valor incluído em um pacote de serviços. Com o sistema de pagamentos instantâneos, a expectativa do Banco Central é que haja redução desses custos para os clientes.

Segundo o BC, também haverá redução de custos para empresas que recebem as transferências. No caso de um lojista, por exemplo, a redução no número de intermediários vai significar menor custo de aceitação em relação aos demais instrumentos de pagamento.

O BC diz que o estabelecimento comercial precisará ter somente um código único de identificação para permitir que seus clientes façam a leitura desse código por meio de seus smartphones. Nesse código estarão contidas todas as informações necessárias para que os recursos sejam transferidos instantaneamente.

Segundo o Banco Central, iniciar um pagamento instantâneo deverá ser tão simples quanto selecionar uma pessoa na lista de contato do telefone celular. Isso porque não haverá a necessidade de inserir informações como número do banco, da agência e da conta e o CPF (Cadastro de Pessoa Física) do recebedor.

Para fazer o pagamento instantâneo, serão necessários um smartphone, uma conta em um prestador de serviço de pagamento (PSP) da escolha do consumidor e o aplicativo.

Sistema

No último dia 28, o BC informou que decidiu desenvolver e gerar a base de dados para “maximizar ganhos de escala e efeitos de rede típicos da indústria de pagamentos” e por levar em conta “sua criticidade para o bom funcionamento do ecossistema de pagamentos”,

“A base de dados de endereçamento permitirá a realização de pagamentos de maneira intuitiva e simplificada, utilizando, de forma segura, informações de fácil conhecimento, como número de telefone ou conta de e-mail”, acrescentou o Banco Central.

Em dezembro do ano passado, por meio do Comunicado 32.927, o BC já havia divulgado os requisitos fundamentais do sistema de pagamentos instantâneos.

“A divulgação do Comunicado foi o ponto de partida para o início do processo de implantação do sistema de pagamentos instantâneos no Brasil. Os requisitos fundamentais estabelecem a política institucional para o desenvolvimento desse sistema, o que inclui a governança para a definição de regras, as formas de participação e a infraestrutura centralizada de liquidação”, acrescentou.

“O Banco Central vem atuando na liderança desse processo, com o objetivo de criar, de uma perspectiva neutra em relação a modelos de negócio ou participantes de mercado específicos, as condições necessárias para o desenvolvimento de um sistema de pagamentos instantâneos eficiente, competitivo, seguro, inclusivo e que acomode todos os casos de usos”, disse a instituição, em nota.

Governo vai lançar na próxima semana plano de recuperação de estradas

A governadora Fátima Bezerra lança na próxima semana um plano para recuperação da malha viária estadual. Os detalhes estão sendo finalizados pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER). A ideia é iniciar a operação tapa-buracos pelas rodovias com maior tráfego de veículos no interior.

De acordo com o diretor do DER, Manoel Marques, dos mais de 3 mil quilômetros da malha estadual, cerca de 1.200, já estão em condições regulares de trafegabilidade.

“Existe uma diferença entre o que foi feito anteriormente e o que vamos fazer agora. O plano de conservação não ficará restrito apenas ao tradicional tapa-buracos. Vamos fazer ainda o roço (capinação) dos acostamentos, a limpeza dos canais de drenagem, além de manter um programa de manutenção preventiva nas estradas recuperadas”, disse Marques.

Segundo ele, neste primeiro momento, o DER também dará atenção à segurança dos motoristas, sinalizando o eixo central das rodovias para indicar locais de ultrapassagem permitida e proibida – faixa contínua.