Esclarecimentos
Confira sete mitos e verdades sobre as DSTs que você precisa saber
Assunto ainda gera muitas dúvidas e — o que é pior — mitos, sobretudo entre os mais jovens; saiba o que de fato é verdade ou não quando se fala em contágio
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Há anos, as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) preocupam milhões de pessoas ao redor do mundo

Há anos, as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) preocupam milhões de pessoas ao redor do mundo. O assunto ainda gera muitas dúvidas e — o que é pior — mitos, sobretudo entre os mais jovens. Saiba o que de fato é verdade ou não quando se fala em contágio por meio das relações sexuais:

1) Importância da camisinha
Realmente, a camisinha é a principal arma contra as DSTs. Ela ajuda a minimizar os riscos de diversas infecções perigosas, como Aids e sífilis. Apesar disso, a camisinha não evita todos os tipos de contágio, pois a pessoa pode ter uma ferida em uma região não coberta pelo preservativo.

2) Nem toda ferida é DST
Nem toda ferida ou corrimento nos órgãos genitais é ocasionada por uma doença sexualmente transmissível. As mulheres, por exemplo, podem ter corrimento por inúmeros motivos, incluindo o aumento da proliferação de bactérias próprias da vagina. Isso não significa um problema maior, apenas algo que também precisa ser de tratamento médico.

3) Sintomas pelo corpo
Dependendo da doença e da gravidade dela, o paciente pode apresentar sintomas em outras partes e não na genitália. A sífilis, por exemplo, pode causar dores musculares, mal estar, perda de peso e problemas em órgãos internos.

4) Tatuagem
Quem faz tatuagem também tem riscos de pegar uma DSTs. Isso ocorre quando os materiais utilizados no estúdio não são esterilizados e as agulhas são compartilhadas. Nesse tipo de situação, se o profissional tatuar alguém que possui alguma infecção, essa doença poderá ser transmitida para a próxima pessoa. Por esse motivo, é tão importante ser exigente na hora de marcar a própria pele.

5) Mãe pode infectar
Outra forma não-sexual de ser infectado é por meio da mãe. As grávidas podem transmitir uma série de doenças aos filhos. A Aids, a sífilis e o HIV podem ser pegos até mesmo no interior do útero. Já herpes e gonorreia podem ser transmitidos no momento do parto, pelo canal vaginal. Por isso, durante o pré-natal, as mães realizam diversos exames para descobrir essas doenças. Caso elas tenham alguma, o médico poderá tomar as medidas necessárias para minimizar os riscos de contágio.

6) Grávidas não são imunes
Há quem acredite que as grávidas têm uma espécie de imunidade contra as DSTs. Isso não procede. Assim como as outras mulheres, as futuras mães também devem utilizar preservativo nas relações sexuais. Além de terem o risco de pegar uma infecção, elas têm o agravante de poderem transmitir aos bebês, prejudicando inclusive no seu desenvolvimento.

7) Contaminação está na secreção
Se o homem não ejacular dentro da vagina, ainda assim o casal tem risco de se contaminar. As DSTs não estão relacionadas com o sêmen, mas, sim, o contato das secreções genitais. Por isso, o bebê pode se contaminar no parto normal, se a mãe estiver infectada.