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Opinião
“Corremos risco de mais um governo que fracassa”, diz Allyson Bezerra
Parlamentar avalia que projetos como da 'Nota Potiguar', que visa aumentar a arrecadação tributária, não resolvem a problemática do Estado
José Aldenir / Agora Imagens
Deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade)

O deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade) afirmou nesta segunda-feira, 10, que os projetos de combate ao déficit fiscal apresentados do governo Fátima Bezerra não irão resolver o problema financeiro do Rio Grande do Norte.

Em entrevista ao programa Manhã Agora, da rádio Agora FM (97,9 FM), o deputado aponta que o Estado está em uma situação que deve mais do que arrecada. O parlamentar argumenta que o déficit anual do Estado é de aproximadamente R$ 130 milhões. “Quando está faltando insumos no hospital, quando a polícia não tem condições de sair para as ruas por falta de combustível ou porque está faltando qualidade nas viaturas, tudo isso é por conta do déficit que nós enfrentamos”, afirmou.

Segundo o deputado, projetos enviados pelo governo à AL – como o da “Nota Potiguar”, que visa aumentar a arrecadação tributária – não vão resolver a problemática do Estado. “É importante deixar isso claro para a população, nem um desses projetos até agora irá resolver a problemática do nosso Estado. Nós reconhecemos o esforço, a boa vontade, mas infelizmente nós corremos grande risco de termos mais um governo que fracassa”, disse.                         

Além do Nota Potiguar, os deputados estaduais também estão analisado o projeto que estabelece teto de gastos públicos estaduais, a partir de 2020, por um período de oito anos. Se a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) for aprovada pela Assembleia Legislativa, o Estado não poderá gastar além da despesa do exercício anterior.

Além do problema fiscal do Estado, o deputado Allyson comentou que a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesed) tem conseguido fazer um bom trabalho. Ele parabenizou o Estado pela redução dos índices de criminalidade. O Rio Grande do Norte diminuiu o número de mortes violentas em 32%, durante o primeiro trimestre do ano de 2019.

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