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Reestruturação das carreiras
Assembleia Legislativa solicita impacto financeiro do reajuste da PM
Projeto, enviado pela governadora Fátima Bezerra há dez dias, reduz as distorções salariais e o tempo necessário para as promoções na carreira militar da Polícia e do Corpo de Bombeiros
José Aldenir / Agora RN
Relator do projeto, George Soares

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa solicitou nesta terça-feira, 8, ao Governo do Estado, uma estimativa do impacto financeiro que o projeto de restruturação das carreiras militares vai acarretar sobre o orçamento.

O projeto, enviado pela governadora Fátima Bezerra há dez dias, reduz as distorções salariais e o tempo necessário para as promoções na carreira militar da Polícia e do Corpo de Bombeiros. A proposta, que prevê um reajuste de 23% para a categoria, é parte de um acordo firmado entre o governo e os militares estaduais.

De acordo com o secretário-chefe do Gabinete Civil, Raimundo Alves Júnior, os reajustes salariais serão feitos de forma escalonada, divididos em seis parcelas, sendo: 2,5% em março de novembro de 2020; 3,5% em março e novembro de 2021; 4,5% em março de 2022 e 4,58% em novembro de 2022, totalizando o acumulado de 23% no período.

Dentro do projeto está contemplada também a redução do tempo para as promoções dentro das carreiras dos policiais e bombeiros militares. O projeto diminui o tempo de promoção do soldado para o cabo – de 10 para 8 anos; do cabo para o terceiro sargento – de 6 anos para 4 anos; e, nas demais carreiras, de 4 anos para 3 anos.

Na CCJ, o relator do projeto é o líder do governo na Assembleia, George Soares (PL).

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