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Operação
Suspeito de assaltar carros-fortes é morto em confronto com a Polícia Civil
Outro bandido que também participava dos crimes foi preso; junto deles foram apreendidas várias armas e munições, entre elas uma metralhadora
Divulgação / Polícia Civil
Armas a munições apreendidas durante a operação

Um suspeito de assaltar carros-fortes pelo Nordeste morreu em confronto com policiais civis da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor), durante uma operação realizada na última quarta-feira, 16. Outro bandido que também participava dos crimes foi preso. Junto deles foram apreendidas várias armas e munições, entre elas uma metralhadora.

Após trabalho investigativo da polícia, foram identificadas duas residências na cidade de Parnamirim, região Metropolitana de Natal, onde estariam escondidos alguns suspeitos, com parte do arsenal usado nas ações praticadas contra as empresas de transporte de valores.

No momento em que os policiais chegaram a uma dessas residências, um suspeito reagiu à abordagem, efetuando vários disparos contra os policiais civis, quando houve confronto. Na ocasião, Frankelin Fernandes Pereira, conhecido como “Galeguinho”, 37 anos, foi ferido e socorrido, sendo levado ao Hospital Deoclécio Marques, mas não resistiu.

Com Frankelin Fernandes e seu comparsa, foram encontrados uma pistola calibre .40 (uso restrito das forças policiais), com numeração suprimida, 47 munições do mesmo calibre intactas e 4 deflagradas, 172 munições calibre .30, 119 munições calibre .50, três rádios comunicadores, além de três veículos, 70 emulsões encartuchadas (explosivos), um rolo de cordel detonante, oito espoletas, uma metralhadora de calibre .30 e várias placas de automóveis.

Ambos são apontados nas investigações como especialistas em ataques a carros-fortes, tanto no estado do Rio Grande do Norte, quanto na Paraíba, Pernambuco, Ceará, Piauí e, recentemente, atuaram no estado do Maranhão. A última ação do grupo criminoso teria sido na sexta-feira, 11, entre as cidades de Peritoró e Coroatá, localizadas no estado do Maranhão. Na oportunidade, eles explodiram o carro-forte da empresa Prosegur, havendo intensa troca de tiros, inclusive com a presença do helicóptero da polícia. Os suspeitos fugiram sem subtrair numerário financeiro.

Segundo a Polícia civil, o grupo, que seria formado por alguns maranhenses e bolivianos, estava planejando uma ação no estado do Rio Grande do Norte e também na Paraíba, razão pela qual o fuzil .30 e a grande quantidade de explosivos estavam sendo guardados na cidade de Parnamirim, por Frankelin Fernandes.

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