Prisão preventiva
Ministério Público denuncia 19 pessoas pela morte de policial militar em Caraúbas
PM José Ildonio da Silva, executado no dia 16 de agosto na RN-117, entre as cidades de Caraúbas e Governador Dix-Sept Rosado, na região Oeste potiguar
Reprodução/ Redes Sociais
Outra medida solicitada pela Promotoria de Justiça de Caraúbas é um pedido de autorização para acessar o aparelho celular apreendido com Letícia

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) denunciou à Justiça potiguar 19 pessoas investigadas pela morte do policial militar José Ildonio da Silva, executado no dia 16 de agosto na RN-117, entre as cidades de Caraúbas e Governador Dix-Sept Rosado, na região Oeste potiguar. Os investigados estão sendo denunciados pelos crimes de formação de quadrilha, latrocínio e roubo em continuidade delitiva.

Na peça, o MPRN requereu a prisão preventiva de cinco deles: Antônio Alcivan Fernandes Júnior (“Juninho Mangueira”), Lucivan Dantas Rocha (“Lucivan Rabicó”), “Valdi da Cachoeira”, José Fernandes Filho (“Dedé do Fogo”) e Ronaldo da Silva Fernandes, para fins de garantia da ordem pública e para assegurar a aplicação da lei penal.

No caso dos investigados Tallyson Dantas da Silva e Letícia Hellen Gouveia dos Santos, o Ministério pediu a conversão da prisão temporária em prisão preventiva. Outra medida solicitada pela Promotoria de Justiça de Caraúbas à Justiça é um pedido de autorização para acessar o aparelho celular apreendido com Letícia, pelo fato da medida ser de interesse público e imprescindível para trazer ainda mais provas aos presentes autos e elucidar outros crimes.

O pedido abrange também que seja deferido o acesso em todas as mídias e celulares já encontrados ou a ser encontrados em posse dos denunciados, já que podem apresentar evidências úteis ao prosseguimento das investigações.

Os denunciados integram organização criminosa, na modalidade armada (atua com emprego de arma de fogo) e composta de mais de quatro pessoas, estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas. As investigações apontam para a prática de crimes de roubos, latrocínios, homicídios, entre outros.