Eleições 2018
Geraldo Alckmin nega que campanha esteja esvaziada e diz que é “opção segura”
Tucano disse que 'suou a camisa' para 'evitar que o País fosse para um radicalismo'. 'Radicalismos de esquerda ou direita não ajudam o País a se recuperar', afirmou
José Aldenir / Agora RN
Presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) durante visita a Natal

O candidato à Presidência da República Geraldo Alckmin (PSDB) negou que haja um esvaziamento de sua campanha. Na véspera do primeiro turno das eleições, ele reafirmou que busca a vice-liderança nos votos, para chegar ao segundo turno, durante visita à uma estação de metrô paulistana da recém-inaugurada Linha Lilás.

Questionado sobre as agendas separadas dele e de João Doria, candidato do PSDB ao governo do Estado de São Paulo, Alckmin se esquivou e disse que foi bem recebido por uma dezena de prefeitos da coligação em Bauru, no interior paulista, onde esteve em campanha mais cedo. Perguntado ainda se ele e Dória iriam juntos ao seu local de votação amanhã, respondeu apenas: “Pergunte a ele”.

Alckmin disse, ainda, que “suou a camisa” nos últimos meses para “evitar que o País fosse para um radicalismo”. “Radicalismos de esquerda ou direita não ajudam o País a se recuperar. Eles podem gerar mais crise. (…) Nós estamos há meses dizendo que o caminho não é nem pra um lado nem para o outro (Jair Bolsonaro ou Fernando Haddad), é por uma opção segura para recuperar a economia”, concluiu.