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Acusados pela morte de Marielle não pretendem fazer delação premiada
PM reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Elcio Vieira de Queiroz prestaram depoimento nesta quarta-feira
Polícia Civil
Policial militar reformado Ronnie Lessa, de 48 anos (à esquerda), e o ex-policial militar Elcio Vieira de Queiroz, de 46 (à direita)

Advogados do policial militar reformado Ronnie Lessa e do ex-policial militar Elcio Vieira de Queiroz, acusados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, negaram que seus clientes pensem em fazer delação premiada. O advogado Henrique Telles, que atua na defesa de Lessa, afirmou ainda que o seu cliente “sequer havia ouvido falar em Marielle”.

O governo do Rio, Wilson Witzel, informou nesta terça-feira, 13, que o delegado responsável pelas investigações do caso, Giniton Lages, não participará da segunda fase de investigações.

Queiroz, Lessa e Alexandre Mota de Souza, que é amigo de infância de Lessa e guardava fuzis em sua casa no bairro do Meier, prestaram depoimento nesta terça-feira, 13, na Delegacia de Homicídios. Os depoimentos foram sobre porte ilegal de armas e não sobre o caso Marielle.

A polícia afirma que não tem dúvidas de que os fuzis encontrados no Méier eram de Lessa.

A audiência de custódia de Lessa e Queiroz está prevista para esta quinta. De lá, os dois devem voltar para a DH para prestarem depoimento, aí sim, sobre o caso Marielle. Após esse depoimento, a expectativa é que os acusados sejam levados para Bangu.

Outros citados espontaneamente prestaram depoimento do DH na tarde desta quarta. Entre eles, três policiais militares, dois empresários e um bombeiro.

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