quinta,
Anúncio
EUA anunciam investigação contra China por suposto roubo de propriedade intelectual
Governo Trump ainda acrescentou ameaça de retaliação comercial a produtos chineses em anúncio de inquérito
Divulgação
Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, em encontro bilateral do G20 em julho deste ano

A administração do presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou neste sábado planos para pressionar a China pelo suposto roubo de propriedade intelectual, acrescentando a ameaça de retaliação comercial a uma campanha em curso que busca uma maior cooperação de Pequim na crise nuclear norte-coreana. Segundo assessores da Casa Branca, Trump vai assinar uma diretriz na segunda-feira solicitando ao seu representante comercial que dê início a uma investigação formal para averiguar se agências e empresas do governo chinês adquiriram patentes valiosas e licenças de empresas americanas injustamente – seja por roubo absoluto ou pressionando as fabricantes americanas em relação ao preço de entrada no mercado chinês.

“Esse roubo não só prejudica as empresas americanas, mas pode ameaçar a nossa segurança nacional”, disse um funcionário do governo Trump a repórteres neste sábado. Autoridades americanas enfatizaram que, embora estejam lançando uma investigação sobre o que eles consideram um grande empecilho nas relações comerciais bilaterais, nenhuma ação seria tomada neste momento.

A administração do presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou neste sábado planos para pressionar a China pelo suposto roubo de propriedade intelectual, acrescentando a ameaça de retaliação comercial a uma campanha em curso que busca uma maior cooperação de Pequim na crise nuclear norte-coreana. Segundo assessores da Casa Branca, Trump vai assinar uma diretriz na segunda-feira solicitando ao seu representante comercial que dê início a uma investigação formal para averiguar se agências e empresas do governo chinês adquiriram patentes valiosas e licenças de empresas americanas injustamente – seja por roubo absoluto ou pressionando as fabricantes americanas em relação ao preço de entrada no mercado chinês.

“Esse roubo não só prejudica as empresas americanas, mas pode ameaçar a nossa segurança nacional”, disse um funcionário do governo Trump a repórteres neste sábado. Autoridades americanas enfatizaram que, embora estejam lançando uma investigação sobre o que eles consideram um grande empecilho nas relações comerciais bilaterais, nenhuma ação seria tomada neste momento.

De acordo com au  a diretriz de segunda-feira lançaria um estudo sobre se uma investigação de comércio formal era justificada e essa pesquisa levaria um ano ou mais. Eles se recusaram a discutir quais tipos de penalidades os EUA poderiam impor contra a China, dizendo que essa questão era “prematura”.

A administração fez o anúncio um dia depois de Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, terem conversado sobre as tensões crescentes relacionadas ao programa de armas nucleares da Coreia do Norte. Trump disse repetidamente que cortaria as relações comerciais com Pequim se achasse que os chineses não estivessem fazendo o bastante para conter as ameaças do líder norte-coreano, Kim Jong-un.

Os assessores da Casa Branca disseram que a nova investigação não está vinculada à estratégia do governo em relação à Coreia do Norte, apesar da ligação anterior do presidente sobre os assuntos. “Estes são eventos totalmente não relacionados”, disse um representante do governo.

O governo da China tem rejeitado as alegações de que empresas estrangeiras tenham transferido tecnologia ou permitido a violação de propriedade intelectual. O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, negou que estivesse usando políticas industriais para fortalecer as empresas estrangeiras em transformar a tecnologia. Em uma reunião do Fórum Econômico Mundial em Dalian, em junho, Li disse que “essa cooperação é voluntária e ajuda a companhia”.