segunda, 24 de abril de 2017
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Joaquim Pinheiro

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João Dória surge como alternativa do PSDB para disputar a presidência do Brasil

O prefeito de São Paulo João Dória poderá ser a alternativa do PSDB para disputar a presidência da República na eleição do próximo ano. Existem outros nomes pré-candidatos dentro do partido, mas todos contaminados pelo vírus da Lava-Jato, inclusive o governador Geraldo Alckmin, que está sendo investigado e teve seu nome citado como recebedor de dinheiro não contabilizado. Falta, entretanto, esclarecer se os recursos recebidos por Alckmin foram legais ou não. O governador paulista tem demonstrado ao longo da sua vida pública ser um político sério, até prova em contrário.

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Outro que pretende disputar o cargo presidencial é o senador Aécio Neves, mas parece que o tempo dele passou em razão do envolvimento do nome do neto de Tancredo Noves em fatos pouco republicanos. José Serra, que era também uma referência na “fauna tucana” caiu em desgraça com seu nome supostamente envolvido no recebimento de dinheiro, irregularmente. Estes são, portanto, os líderes do PSDB que desejam disputar o cargo de presidente da República nesse momento conturbado da vida pública nacional. E é nesse ambiente que surge o midiático João Dória, um empresário que pode fazer a diferença por se tratar de alguém de fora do espectro da política tradicional.

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Dória já deu sua primeira demonstração de força ao eleger-se prefeito de São Paulo, surpreendentemente. Realiza uma gestão moderna e inovadora, e tem na comunicação seu forte para chegar ao público eleitor. Tem adotado métodos novos de conduta que está revolucionando a administração municipal e agradando a população. João Dória, que é uma versão moderna de Jânio Quadros, poderá ser novamente a surpresa no pleito de 2018, elegendo-se presidente da República Federativa do Brasil.

Leitura rápida

Retorno a Natal

+ A vereadora Wilma de Faria tem previsão de retornar a Natal na próxima quinta-feira. Ela se encontra em São Paulo realizando tratamento de saúde no Hospital da Beneficência Portuguesa há aproximadamente 15 dias. A ex-governadora deverá reassumir imediatamente sua cadeira na Câmara Municipal de Natal.

Matéria polêmica

+ O pedido de autorização para retirada do dinheiro do Fundo Previdenciário por parte do Poder Executivo Municipal voltará a ser debatido na Câmara Municipal a partir de amanhã. A expectativa é que vereadores de oposição e situação continuem se digladiando como ocorreu nas últimas sessões. Cícero Martins e Fernando Lucena foram os mais exaltados.

Matéria polêmica II

+ Vereadores governistas afirmam que se a matéria não for aprovada prejudicará o pagamento de aposentados e pensionistas da prefeitura, enquanto a oposição defende que haja uma discussão mais aprofundada para que não aconteçam equívocos na aprovação da matéria em regime de urgência.

Ponto de vista

+ O programa “Ponto de Vista” apresentado por Nelson Freire na TV Bandeirantes completa 6 anos no ar. Haverá comemoração amanhã a partir das 18 horas nos jardins da emissora em Candelária.

Terminal Pesqueiro

+ O subsecretário de Pesca e Aquicultura Antônio Cortez informa que o Terminal Pesqueiro de Natal está com 95 por cento da obra concluídos. Espera que devido a burocracia não aconteça solução de continuidade e o terminal esteja concluído o mais breve possível, já que é uma obra importantíssima para a modernização do setor pesqueiro.

Constatação

+ O vereador Ney Lopes Jr. atual líder do prefeito Carlos Eduardo na Câmara Municipal de Natal tem realizado um mandato itinerante para conhecer os principais problemas de Natal. Constatou que o desemprego está em primeiro lugar. Disse que vem mantendo entendimento com instituições internacionais para troca de experiências e buscar parcerias, principalmente no setor turístico em razão do grande potencial que tem a capital potiguar e da sua posição geográfica estratégica, na condição de cidade mais próxima da Europa.

Frase

Do prefeito de São Paulo João Dória, sobre Ciro Gomes: “é perda de tempo tratar com pessoa dominada pela instabilidade emocional e pelo desequilíbrio político”.