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Leve alta
Cesta básica custa 0,96% mais caro em comparação ao mês de outubro
Em novembro, custo total do conjunto de gêneros alimentícios que compõe cesta básica do natalense foi de R$ 328,21, o que significou elevação, se comparado ao mês anterior
Reprodução/ SENotícias
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Em novembro, o custo total do conjunto de gêneros alimentícios que compõe a cesta básica do natalense foi de R$ 328,21, o que significou elevação de 0,96% se comparado ao mês de outubro. Em um ranking entre as 21 capitais pesquisadas pelo DIEESE, Natal ocupou a quarta posição entre os menores valores da cesta.

Em 12 meses, a variação foi de -7,44% e, nos 11 meses de 2017, de -6,75%. Entre outubro e novembro, sete itens tiveram retração de preços: açúcar cristal (-5,08%), banana (-4,10%), feijão carioquinha (-3,15%), arroz agulhinha (-1,74%), leite longa vida (-1,66%), farinha de mandioca (-1,39%) e manteiga (-0,18%). Os outros cinco produtos da cesta mostraram alta de valor: pão francês (0,12%), óleo de soja (0,53%), café em pó (1,00%), carne bovina de primeira (2,17%) e tomate (14,55%). Em 12 meses, seis produtos tiveram taxa acumulada negativa: feijão carioquinha (-52,63%), açúcar refinado (-21,36%), arroz agulhinha (-12,38%), leite longa vida (-12,10%), tomate (-3,56%) e carne bovina de primeira (-2,81%).

Já o pão francês (0,25%), a banana (0,57%), o óleo de soja (0,80%), farinha de mandioca (2,16%), café em pó (6,32%) e manteiga (16,49%) acumularam aumento. O trabalhador natalense cuja remuneração equivale ao salário mínimo necessitou cumprir jornada de trabalho, em novembro, de 77 horas e 04 minutos, maior que a de outubro, de 76 horas e 20 minutos.

Em novembro de 2016, a jornada ficou em 88 horas e 39 minutos. Em novembro de 2017, o custo da cesta em Natal comprometeu 38,07% do salário mínimo líquido (após os descontos previdenciários). Em outubro, o percentual exigido foi de 36,93%. Já em novembro de 2016, demandou 43,80% do salário mínimo.