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Estudo da FIERN revela: construção civil potiguar continua retraída

A maioria dos empresários da Indústria da Construção potiguar consultados pela FIERN na última sondagem reportou que, em março, a atividade do setor manteve-se retraída. Tal tendência persiste desde maio de 2011. Os três principais aspectos avaliados, evolução do nível de atividade, atividade efetiva em relação ao usual para o período e o número de empregados, continuaram abaixo de 50 pontos.

Dado o menor dinamismo da atividade, o nível médio de utilização da capacidade de operação (UCO) atingiu 61%, abaixo dos 67% registrados no levantamento de fevereiro. Aliás, em todos os aspectos avaliados, seja na base mensal de comparação, ou do trimestre, o desempenho da Construção mostra-se negativo. Mesmo assim, no mês de abril, as expectativas dos empresários do setor para os próximos seis meses continuavam otimistas, embora em menor intensidade do que no levantamento anterior.

Quanto aos indicadores avaliados trimestralmente, os empresários potiguares apontaram maior insatisfação com a margem de lucro operacional e com a situação financeira de suas empresas, e aumento na dificuldade de acesso crédito. O principal problema assinalado no trimestre continuou sendo a elevada carga tributária, seguida pela falta de trabalhador qualificado e pela competição acirrada de mercado.

De um modo geral, os resultados da Sondagem Indústria da Construção potiguar convergem com os nacionais avaliados pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), com a exceção de que o segundo grupo apontou aumento no nível de atividade e no número de empregados entre fevereiro e março.

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