Evento
Nathalia Dill apresenta o espetáculo “Fulaninha e Dona Coisa” em Natal
A apresentação será no dia 18 de novembro às 20h no Teatro Riachuelo. Classificação 12 anos
Divulgação
Sucesso pelo Brasil, "Fulaninha e Dona Coisa" apresenta segunda temporada pelo país

“Todos temos na vida um lado Fulaninha e um lado Dona Coisa. Brincamos com isso quando as atrizes invertem de papel no palco”, detalha Daniel Herz, diretor da comédia “Fulaninha e Dona Coisa”, de Noemi Marinho, que faz turnê pelo Brasil a partir do dia 2 de novembro. O espetáculo, idealizado por Eduardo Barata, retrata através do humor as dificuldades da convivência diária entre patroa e empregada.  A apresentação será no dia 18 de novembro às 20h no Teatro Riachuelo. Classificação 12 anos.

De um lado está Dona Coisa (Vilma Melo), uma mulher moderna, independente, que prefere manter certa distância em suas relações. Do outro está Fulaninha (Nathalia Dill), uma jovem com a cabeça cheia de sonhos que chega do interior para trabalhar como empregada doméstica e se envolve em inúmeras trapalhadas. “Fulaninha e Dona Coisa” fala das diferenças de origem e da relação entre duas pessoas, ao mesmo tempo, tão ricas e distintas. *Haverá substituição no elenco em algumas cidades.

“A possibilidade de emocionar o público dentro de uma comédia é algo quem me instiga e me interessa”, comenta Daniel Herz, que além de assinar a direção, também interpreta, nas 5 primeiras cidades, o papel de um técnico de telefone que se envolve com Fulaninha. “Em um momento em que o país passou por transformações nos direitos trabalhistas dos empregados domésticos, a peça aparece como uma oportunidade de falar das recentes modificações, de maneira bem-humorada, sem deixar de ser informativa. Um espetáculo que fala das muitas possibilidades e ambiguidades que existem numa relação entre o personagem que oprime e o que é oprimido”, afirma o produtor Eduardo Barata.

“Como as mudanças de cena são muito rápidas resolvemos fazer uma brincadeira a partir do conceito de transformação”, conta Clívia Cohen, responsável pelos figurinos, que se transformam em múltiplos elementos e adereços, assim como a relação entre as duas personagens também vai se transformando. Leandro Castilho compôs vinhetas e trilhas que auxiliam nas transições de cenas. “A música contribui bastante com o humor. Aproveitei ritmos bem brasileiros, como batucada de tamborim, cuíca e samba”, comenta Castilho. A cenografia de Fernando Melo da Costa, com algumas sugestões de elementos que compõe a casa de Dona Coisa, propõe um espaço de jogo cênico e com que cada espectador idealize uma casa diferente para Dona Coisa, através da imaginação. A iluminação é de Renato Machado.