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Incerteza
Motoristas de Natal não sabem quanto tempo ainda terão de combustível
Nesta sexta-feira, nem o presidente do Sindispostos-RN, Antônio Sales, teve como estimar o estoque de combustíveis remanescente nos postos da capital
José Aldenir / Agora Imagens
Os caminhões tanque ficam estão demorando três dias para concluir na operação

Com os consumidores enchendo os tanques sem parar, com medo de uma iminente falta de combustível nos postos, os motoristas de Natal ainda não têm clareza do que pode vir a acontecer nos próximos dias ou até horas a persistir os bloqueios montados pelos caminhoneiros ao longo de quatro rodovias federais e duas estaduais – as BRs 101, 226, 304. 406 e 427 e RNs 015 e 118.

Nesta sexta-feira, 25, nem o presidente do Sindispostos-RN, Antônio Sales, teve como estimar o estoque de combustíveis remanescente nos postos da capital por se tratar de uma informação estratégica dos próprios estabelecimentos, cuja divulgação é vedada pela legislação.

“O que sabemos até o momento é que não existe mais etanol nas principais distribuidoras. Os caminhões que carregam em Guamaré não conseguem passar por causa do bloqueios”, afirmou.

Mas uma coisa é certa, segundo ele: não há mais etanol nas distribuidoras, onde ele é adicionado como mistura à gasolina.

O terminal aquaviário de Guamaré, operado pela Transpetro,  serve como ponto de armazenamento e escoamento, por cabotagem ou viagens de longo curso, para a produção de petróleo oriundo dos campos de terra do estado do Rio Grande do Norte.

Nesta quinta-feira, 24, a ANP soltou portaria autorizando as refinarias a venderem a gasolina sem adição de etanol.

Isso – afirma Antônio Sales – pode aliviar um pouco a situação no que se refere à gasolina e ao chamado diesel S 500 (o comum revendidos nos postos) e produzido em Guamaré,  cuja matéria prima para mistura chega via navegação de cabotagem. Já com o diesel  S 10, mais ecológico, que vem por rodovia, o problema é outro – na retenção nas estradas.

 

 

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