Estrutura
Maternidade Januário Cicco finaliza reformas do novo Centro Obstétrico
Ao todo foram investidos cerca de 485 mil reais, oriundos de repasses provenientes do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais
José Aldenir / Agora RN
Maternidade Escola Januário Cicco

Na próxima segunda-feira, dia 13 de agosto, às 9h, a Maternidade Escola Januário Cicco, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (MEJC-UFRN), vinculada à Rede Ebserh, irá inaugurar o seu novo Centro Obstétrico.

Ao todo foram investidos cerca de 485 mil reais, oriundos de repasses provenientes do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF). O contrato de reforma assinado em março deste ano, tinha uma previsibilidade de conclusão da obra para setembro, mas diante da necessidade de conclusão e do empenho operacional foi possível antecipar a conclusão da obra.

“A reforma no local possibilitou a adequação da estrutura física às normas previstas pelo Ministério da Saúde, as salas foram modernizadas, melhorando as condições dos atendimentos que são ofertados às pacientes”, afirma o superintendente da MEJC Luiz Murillo Lopes de Britto.

O Centro Obstétrico da maternidade terá capacidade para 08 pacientes, distribuídas em 02 salas de pré-parto, 02 salas de partos e 01 posto de enfermagem e 01 sala de métodos não farmacológicos para alívio da dor. Além disso, a estrutura física foi adequada para garantir acessibilidade a pessoas com deficiência e dificuldades de locomoção.

O projeto contemplou também as novas instalações elétricas e hidrossanitárias, sendo esta dotada de sistema de aquecimento de água sem riscos de choque elétrico ao usuário e com uma maior eficiência e economia, como também a implantação da banheira de hidromassagem, possibilitando a aplicabilidade de técnicas que reduzem a sensação dolorosa e de peso durante o parto.

Segundo a gerente de atenção à saúde da MEJC, Maria da Guia de Medeiros, a intenção é oferecer o máximo de conforto para a gestante, um bom acolhimento, respeitando a sua vontade. “A pessoa que recebe atendimento médico está em uma situação vulnerável e é o momento em que ela tem que ser melhor acolhida. Todo esse esforço é para que o trabalho de parto seja mais tranquilo e confortável”, comenta.

As diretrizes do Ministério da Saúde sobre parto humanizado foram lançadas em março de 2017. A publicação é baseada em evidências científicas e prevê que toda mulher tem direito a definir um plano de parto, com informações como local onde será realizado, orientações e benefícios do parto normal.

Certificada pelos Ministérios da Educação e da Saúde, a Maternidade é centro de formação de recursos humanos, de pesquisas e de extensão. Inserida 100% no Sistema Único de Saúde (SUS), é referência na gestação de alto risco, em cirurgias e endoscopia ginecológicas, na reprodução assistida e nos ambulatórios especializados de ginecologia.