Ampliação
Centro de Reabilitação Infantil ganha reforma e duplica o atendimento
As obras estão sendo realizadas na modernização em toda a rede elétrica e estrutura, além de revitalização na audiologia
José Aldenir / Agora Imagens
Atualmente, o centro realiza cerca de 800 atendimentos diários, totalizando 16 mil por mês

O Centro de Reabilitação Infantil (CRI), com obras de ampliação e reforma, duplicou o atendimento em seis meses. Até agosto desse ano, o centro já realizou 55 mil atendimentos, um aumento de 63% com relação ao ano anterior, quando foram realizados 35 mil, segundo dados da instituição.

As obras estão sendo realizadas na modernização em toda a rede elétrica e estrutura, além de revitalização na audiologia. A acessibilidade da piscina estará concluída em até 15 dias. Os serviços de órtese e próteses, que estavam suspensos, voltaram a funcionar.

De acordo com o diretor administrativo do CRI, Marcondes Lima, a população ainda não tem conhecimento de tudo que o centro proporciona. “São muitos fatores positivos que a gente tem pra mostrar para a sociedade. O CRI é uma importante objeto social no atendimento à saúde destas pessoas”, declarou.

Além disso, estão sendo investimentos mais de R$ 1 milhão em 540 cadeiras de rodas, destas, 80 são motorizadas; proporcionando atendimento para todos os municípios. Atualmente, o centro realiza cerca de 800 atendimentos diários, totalizando 16 mil por mês.

O CRI disponibiliza ainda de serviços porta a porta para os pacientes que não tem acessibilidade de chegar ao centro, marcação de consulta online, além de 14 especialidades médicas, 8 na área de reabilitação e laboratório de genética humana. “Em vinte e oito anos de atuação no estado o centro não tinha recebido uma obra como essa. Então, tudo isso é importante para a sociedade saber”, afirmou Lima.

A dona de casa, Juliana Araújo dos Santos Silva, 27 anos, mãe da Sara Vitória de 5 anos, com microcefalia disse que sua filha tem o atendimento necessário no centro desde cedo. “Ela teve o acolhimento necessário no momento que precisou. Sou muito grata ao CRI, talvez se eu não tivesse esse acompanhamento, ela não teria se desenvolvido como é hoje”, afirmou.

Segundo a diretora técnica, Lívia Garcia, o centro visa melhorar a qualidade de vida. “Seja na linguagem, na parte auditiva, motora, escolar e nutritiva, com o desenvolvimento social e melhorando a qualidade de vida”, disse.