sábado, 27 de maio de 2017
Na UFRN
Alunos de escolas públicas participam de modelo das Nações Unidas em Natal
Modelo com estudantes de escolas públicas já era desenvolvido anteriormente pela UNEDI, mas com outra nomenclatura e outros projetos parceiros
unemum
Liz Nóbrega/Divulgação
Lançamento do projeto aconteceu na quarta-feira 17

Um modelo das Nações Unidas voltadas para alunos de escolas públicas de Natal, no Rio Grande do Norte. Essa é a proposta da UNEMUN, modelo de simulação organizada pela União Norte-riograndense dos Estudantes de Direito Internacional (UNEDI), voltado exclusiva e gratuitamente para estudantes de Ensino Médio da rede pública de ensino.

A simulação ocorre nos próximos dias 19 e 20 de maio, na UFRN, e contará com a participação de 70 alunos e alunos, que debaterão temas comuns à realidade que poderá ser cobrada em exames como o Enem e demais vestibulares. O evento começou na manhã desta sexta-feira 19 e dura até às 18h de sábado 20.

O modelo de Nações Unidas com estudantes de escolas públicas já era desenvolvido anteriormente pela UNEDI, mas com outra nomenclatura e outros projetos parceiros. Como UNEMUN, será a primeira edição, motivo pelo qual todos os diretores auxiliares do projeto se empenharam na obtenção de apoio para viabilizar mais uma simulação de excelência.

“Nossa expectativa é bastante positiva, para que os delegados façam um debate bastante produtivo. Certamente será uma simulação extremamente frutífera e esperamos que a UNEMUN cresça cada vez mais nos próximos anos”, declara a presidente da UNEDI, Maíra Arcoverde.

Para o professor Ivan Lira, modelos de simulações como a UNEMUN e a SOI (Simulação de Organizações Internacionais) permitem que jovens participem de desafios em variados campos para além da sala de aula, na ampliação da visão de mundo dos estudantes e na prática de convivência com organismos internacionais.

“O aluno é desafiado a colocar em dia o seu elemento vaidade, mas pelo lado positivo. Eles aprimoram no conhecimento das questões de economia, de história, de movimentos sociais internacionais, ficando muito próximos dessas realidades e desafios, e na prática de idiomas estrangeiros, para que falem somente nas línguas que são oficiais dos organismos internacionais. Isso é muito importante”, destaca o docente.