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Na UFRN
Alunos de escolas públicas participam de modelo das Nações Unidas em Natal
Modelo com estudantes de escolas públicas já era desenvolvido anteriormente pela UNEDI, mas com outra nomenclatura e outros projetos parceiros
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Liz Nóbrega/Divulgação
Lançamento do projeto aconteceu na quarta-feira 17

Um modelo das Nações Unidas voltadas para alunos de escolas públicas de Natal, no Rio Grande do Norte. Essa é a proposta da UNEMUN, modelo de simulação organizada pela União Norte-riograndense dos Estudantes de Direito Internacional (UNEDI), voltado exclusiva e gratuitamente para estudantes de Ensino Médio da rede pública de ensino.

A simulação ocorre nos próximos dias 19 e 20 de maio, na UFRN, e contará com a participação de 70 alunos e alunos, que debaterão temas comuns à realidade que poderá ser cobrada em exames como o Enem e demais vestibulares. O evento começou na manhã desta sexta-feira 19 e dura até às 18h de sábado 20.

O modelo de Nações Unidas com estudantes de escolas públicas já era desenvolvido anteriormente pela UNEDI, mas com outra nomenclatura e outros projetos parceiros. Como UNEMUN, será a primeira edição, motivo pelo qual todos os diretores auxiliares do projeto se empenharam na obtenção de apoio para viabilizar mais uma simulação de excelência.

“Nossa expectativa é bastante positiva, para que os delegados façam um debate bastante produtivo. Certamente será uma simulação extremamente frutífera e esperamos que a UNEMUN cresça cada vez mais nos próximos anos”, declara a presidente da UNEDI, Maíra Arcoverde.

Para o professor Ivan Lira, modelos de simulações como a UNEMUN e a SOI (Simulação de Organizações Internacionais) permitem que jovens participem de desafios em variados campos para além da sala de aula, na ampliação da visão de mundo dos estudantes e na prática de convivência com organismos internacionais.

“O aluno é desafiado a colocar em dia o seu elemento vaidade, mas pelo lado positivo. Eles aprimoram no conhecimento das questões de economia, de história, de movimentos sociais internacionais, ficando muito próximos dessas realidades e desafios, e na prática de idiomas estrangeiros, para que falem somente nas línguas que são oficiais dos organismos internacionais. Isso é muito importante”, destaca o docente.