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Dicas
Veja 5 modificações no carro que podem dificultar na hora da revenda
Mexer na mecânica e design do carro pode causar problemas ao revendê-lo
Divulgação
Veja 5 exemplos do que não fazer se quiser passá-lo para frente logo

Entre as pessoas que gostam um pouco mais de carros, é normal encontrar aqueles que fazem modificações. Pode ser para gastar menos, como com um kit GNV, ou alterações visuais para dar uma aparência de esportivo. Só que mexer no automóvel vai influenciar muito no preço na hora da revenda, principalmente se afetar os aspectos mecânicos. Confira 5 modificações que irão desvalorizar seu veículo.

Depois de Velozes e Furiosos, virou moda fazer modificações para deixar o carro “tunado”. Pode não ter nenhuma alteração na mecânica, mas o importante é que pareça ser preparado. Capôs diferentes, saias laterais e para-choques personalizados não irão fazer seu carro correr mais e ainda farão com que perca valor na revenda . E o motivo é bem simples: Gosto estético é subjetivo. Você pode achar bem legal, assim como alguns amigos, mas muitas outras pessoas podem não ver da mesma forma. Pior ainda se mexer no interior, com pisos estranhos e contadores postiços. Pode mexer no seu carro o quanto quiser, só esteja ciente que, quanto mais distante ele estiver do original, maior será sua dificuldade para revendê-lo.

GNV

Instalar um kit GNV é muito vantajoso para quem circula muito, como taxistas, diminuindo a quantidade de vezes em que tem que parar para abastecer e gastando bem menos do que com gasolina ou etanol. Só que é pesado, exige mais manutenção por conta do aumento da pressão interna no cabeçote, perde espaço no porta-malas para colocar o cilindro do gás, sistemas mais antigos tinham um problema de perda de potência e, se não for feito por um bom profissional, apresenta um risco grande.

Pinturas estranhas

Em um país dominado por carros pretos e prateados, qualquer cor diferente já faz o veículo perder valor. A cor branca até ganhou mais espaço, só que tons diferentes como azul e vermelho ainda valem menos. Imagine então pinturas diferentes, como um laranja ou verde-limão. Adesivos e decalques também atrapalham. É o mesmo caso das alterações na carroceria: São bonitas para você, porém podem não agradar outras pessoas.

Rebaixado

Rebaixar o carro é um risco. Modelos esportivos são baixos por motivos aerodinâmicos e são desenvolvidos para que tenham essa altura. Os automóveis normais devem passar por obstáculos como lombadas e valetas e recebem um conjunto de suspensão de acordo. Mexer nessa dinâmica irá alterar o comportamento do carro, algo perigoso se não tiver um estudo que justifique sua altura. O governo regulamentou a modificação, permitindo o rebaixamento com uma série de regras, como altura mínima de 10 centímetros em relação ao solo – ou seja, se passar disso, dificilmente alguém irá se arriscar com um carro fora da lei.

Rodas maiores

Por lei, você pode mexer nas rodas do carro, desde que não ultrapasse os limites externos dos para-lamas, exigindo o uso de pneus de perfil menor para compensar o aumento do diâmetro da roda. Só que, se passar das especificações usadas pela fabricante, pode causar alguns problemas de dirigibilidade, pelo aumento de força e atrito. Isso leva a mais desgaste do conjunto da suspensão. Além disso, irá perder em aceleração, aumentar o consumo de combustível e criar uma diferença entre a velocidade real e a do velocímetro. Todos esses fatores reduz o valor do carro na revenda.

 

 

Fonte: iG